Pastor exorta falta de ensino sobre fim dos tempos: ‘Não podemos pular partes da Bíblia’

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Pastor exorta falta de ensino sobre fim dos tempos: ‘Não podemos pular partes da Bíblia’

“Pastores que se recusam a pregar sobre profecias bíblicas estão falhando em ensinar cerca de 20 a 40% por cento da Bíblia”, disse Jack Hibbs, pastor da Calvary Chapel Chino Hills, no sul da Califórnia. 

Os comentários de Hibbs foram feitos no evento Prophecy Q&A realizado na Calvery Chapel. Hibbs exortou os pastores a não abandonarem as profecias de ensino, acrescentando que “O livro de Apocalipse, capítulo 19, nos diz que o próprio Jesus é o Espírito de profecia”, destacou.

Para ele, igrejas que deixam as profecias de fora caminham para a tristeza e a vergonha. Por outro lado, o pastor Amir Tsarfati — fundador da Behold Israel — também alertou que não se deve abandonar a Igreja, caso ela não pregue profecias “porque estar perto de outros cristãos é importante”, apontou.

‘Busquem conhecimento sobre profecias’

Destacando a grande quantidade de igrejas, nos dias de hoje, o pastor aconselhou: “Busquem ‘suplementos alimentares’ [alimento espiritual, palavra de Deus]”, citou Tsarfati ao referir-se também aos conteúdos online. Ambos destacaram a importância da comunhão.

Durante o evento, o pastor Barry Stagner da Calvary Chapel Tustin, que também pregou, foi questionado sobre seus pensamentos a respeito dos pregadores progressistas.

Ele disse que se nega a ouvir pregadores que ignoram a existência de profecias e profetas. “Se você ouvir mais sobre como melhorar sua situação de vida e resolver os problemas da sociedade, do que sobre ser equipado para levar as pessoas ao Reino de Deus, saia dessa igreja”, disparou. 

Para Stagner, não existem desculpas para os pastores que evitam certas partes da Bíblia, e todo pastor deve se esforçar para estudar e entender completamente todas as partes das Escrituras. 

‘Não podemos pular partes da Bíblia’

Ao reforçar que “profecias fazem parte das Escrituras”, o pastor Stagner disse que não se pode pular partes da Bíblia porque elas parecem difíceis. 

“Se pularmos tudo o que é difícil, então vamos ensinar João 3.16 todas as semanas, porque todo mundo sabe disso. Mas há coisas nas Escrituras que são difíceis de lidar”, explicou. 

“Essas coisas exigem muito estudo e lição de casa para entendê-las plena e completamente — especialmente na época em que vivemos. É preciso muito esforço para esse entendimento, e nem todo mundo está disposto”, lamentou.

Ao final do evento, os palestrantes falaram sobre o fim dos tempos e a vinda do Anticristo ao mundo.

Fim dos tempos e a chegada do Anticristo

O pastor Hibbs previu que o dólar americano “entrará em colapso” e, na sequência lembrou que o Anticristo enganará o mundo. “Algo tem que entrar em colapso economicamente, como está acontecendo com o dólar americano, e então haverá necessidade de uma nova economia”, estimou. 

Então, Hibbs lembrou que o Anticristo terá uma resposta e trará a paz depois que o caos se instalar. “Se um crente não está aguardando ansiosamente a volta de Jesus, há algo terrivelmente errado com o seu entendimento das Escrituras”, disse Tsarfati.

Ele ainda acrescentou que “se o crente não tem essa expectativa, provavelmente nunca estudou a Bíblia”. Todos os palestrantes concordaram que o mundo não permancerá o mesmo durante a tribulação. 

“Todo o panorama geopolítico vai mudar durante a tribulação. Tudo vai mudar”, disse Stagner.“Se você tem uma mente celestial, vai querer fazer mais coisas boas porque vai querer levar as pessoas com você”, disse ao referir-se à “Grande Comissão”. 

“As pessoas vão celebrar a morte do povo de Deus. O padrão moral vai mudar dramaticamente. Vai ser horrível. No futuro, a decapitação será a prática dos governos do mundo”, previu, referindo-se ao período da tribulação. 

“Aquele que não aceitar a marca da besta quando o Anticristo estiver aqui governando o mundo, sua cabeça será decepada. E isso não vai ser um crime”, disse o pastor Hibbs que acredita que os cristãos, no entanto, não terão que enfrentar as tribulações associadas ao fim dos tempos bíblicos. “Podemos deixar claro que se você for um cristão nascido de novo e crente, não verá isso”, ele refletiu. 

Mesmo em meio às adversidades citadas para o futuro, os pastores encorajaram seus ouvintes na proclamação do Evangelho. Para eles, é tempo de “resgatar os que são atraídos para a morte”. “Estamos aqui para salvar almas. Isso é emocionante. Devemos agir em nome de Deus”, concluiu Tsarfati.

Fonte: Guiame

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