‘Satanás mudou o nome do pecado para torna-lo aceitável’, alerta pastor

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‘Satanás mudou o nome do pecado para torna-lo aceitável’, alerta pastor

O uso da linguagem de forma manipulada foi um dos tópicos de um sermão sobre o endosso ao pecado que a cultura ocidental vem fazendo de forma cada vez mais contundente, e o pregador sublinhou que essa é uma estratégia de satanás para calar o povo de Deus.

O pastor Myles Rutherford, líder da Worship With Wonders Church, pregou sobre a alteração na percepção da realidade que decorre dessa mudança de linguagem, e também sobre os efeitos práticos dessa estratégia, que é a pronta rejeição à verdade.

“Satanás mudará o nome do pecado para tornar o pecado adaptável, para ser aceito. Portanto, ao invés de mudar nossos modos, mudaremos a narrativa”, introduziu Rutherford.

Em seguida, ele enumerou diversos exemplos: “Em vez de pedofilia, vamos chama-la de ‘pessoas atraídas por menores’; em vez de exploração sexual, vamos chama-la de ‘entretenimento adulto’; em vez de orgias e amassos, vamos chamá-las apenas de ‘clubes de música’; em vez de adultério, vamos chamá-lo de 'swing' e ‘casamento aberto’; em vez de doença mental, vamos chama-la de ‘disforia de gênero’; em vez de mutilação, vamos chamá-la de ‘transição de gênero’; em vez de fornicação, vamos chama-la de ‘intimidade’; em vez de luxúria, vamos chama-la de ‘amor’; em vez de chamá-la de batalha espiritual entre o bem e o mal, vamos chamá-la de ‘política’; vamos chamá-la de ‘fobia’, ‘discurso de ódio’, de qualquer outra coisa”, disse.

Rutherford afirmou também que uma vez estabelecido esse parâmetro, nenhum praticante de imoralidade aceitará que o pecado seja confrontado:

“‘Não somos chamados de assassinos de bebês. Somos chamados de abortistas; Não é mais pecado, é um complexo, um vício, um transtorno, uma obsessão. Assim, não nos sentimos mal por causa dos nossos pecados, mudamos o nome deles. E quando ouvimos a pregação da verdade, sentimos convicção, mas condenamos o pregador como se fosse discurso de ódio’”, acrescentou.

O vídeo, com legendas, foi compartilhado no Instagram pelo pastor Jack, da Igreja Vintage, de Porto Alegre (RS).

Fonte: Gospel+

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