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Pastor é baleado e morto durante tentativa de assalto, no Sertão da Paraíba

Pastor é baleado e morto durante tentativa de assalto, no Sertão da Paraíba

Um pastor de 62 anos de idade foi morto na noite de sábado (30) durante uma tentativa de assalto no município de São José de Piranhas, no Sertão da Paraíba.

A vítima, identificada por Antônio Henrique da Silva, vinha da cidade de Monte Horebe com destino para Cajazeiras, e nas imediações de São José de Piranhas, Antônio, que estava com seu filho de 16 anos, parou para abastecer sua motocicleta em um posto de combustíveis, por volta das 21h.

Logo após, eles foram abordados por dois suspeitos em uma motocicleta, que já vinham perseguindo a vítima ao longo da estrada, e gritaram para que Antônio parasse. Ele não parou, houve perseguição dos suspeitos que assassinaram o pastor. O delegado Ilamilto Simplício explicou como ocorreu a abordagem dos criminosos e o assassinato do pastor.

“Quando as motos estavam lado a lado, a vítima jogou sua moto contra a moto dos suspeitos e todos caíram no chão. A vítima se agarrou com um dos bandidos, e o segundo bandido, que estava armado, e este efetuou um disparo que atingiu a testa da vítima, que foi fatal”, explicou o delegado.

A vítima morreu no local. Após o disparo, os criminosos fugiram do local do crime, sem levar nenhum pertence da vítima, nem a motocicleta. A Polícia Civil segue investigando o caso e busca a identificação dos suspeitos de participarem do crime.

Fonte: G1 Paraíba

Pesquisa revela que 26% dos pastores já lutaram com doenças mentais

Pesquisa revela que 26% dos pastores já lutaram com doenças mentais

Uma pesquisa recente, nos Estados Unidos, revelou que 26% dos pastores já enfrentaram doenças mentais.

Segundo o estudo da Lifeway, 17% afirmaram que foram diagnosticados e 9% não receberam diagnóstico médico, mas experimentaram dificuldades em sua saúde mental. Já 74% responderam que nunca lidaram com uma doença mental. 

Em comparação com uma pesquisa anterior da Lifeway de 2014, a porcentagem de casos de líderes lutando com a saúde emocional permanece quase igual (23%). Mas, o número de pastores diagnosticados aumentou, na época, era 12%.

“Durante a pandemia do COVID-19, muitos americanos enfrentaram desafios à sua saúde mental", explicou Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway Research.

“Mais pastores hoje estão buscando ajuda profissional, como evidenciado por mais terem sido diagnosticados com doenças mentais. Pastores mais jovens [com menos de 45 anos] são os mais propensos a dizer que sofreram doenças mentais”.

O estudo também investigou a ocorrência de doenças mentais entre os membros das igrejas. 

A maioria dos pastores entrevistados (54%) afirmaram que conheceram pelo menos um membro, em sua congregação, que foi diagnosticado com uma doença mental grave, como depressão, transtorno bipolar ou esquizofrenia.

Enquanto 34% disse que nenhum dos membros de sua igreja foi diagnosticado com uma doença mental grave e 12% não souberam responder. 

De acordo com a pesquisa, pastores mais jovens e de meia-idade são mais propensos a encontrarem membros com problemas emocionais.

“No entanto, não está claro se a presença de pessoas com doenças mentais graves está aumentando entre os membros da igreja ou se eles simplesmente se sentiram mais à vontade para compartilhar seu diagnóstico com pastores mais jovens”, comentou McConnell.

Recebendo ajuda da igreja

Além disso, o estudo verificou que seis em cada 10 pastores abordam a saúde mental com sua congregação em sermões ou eventos pelo menos uma vez ao ano. 

Em uma mudança de cultura, hoje os líderes cristãos estão mais propensos a falarem sobre o assunto do que há 8 anos.

“Embora o pastor típico não tenha sofrido doença mental, eles estão ensinando proativamente sobre essa necessidade e sentem a responsabilidade de ajudar”, destacou McConnell. 

“Enquanto pregar sobre doenças mentais é a norma e ainda mais pastores sentem que sua igreja é responsável por ajudar os doentes mentais, ainda assim 37% dos pastores raramente ou nunca trazem isso no púlpito”.

Fonte: Guiame com informações de Lifeway Research

“Deus tem uma agenda a ser cumprida; precisamos discernir os tempos”, diz pastor

“Deus tem uma agenda a ser cumprida; precisamos discernir os tempos”, diz pastor

A Bíblia destaca que os cristãos devem ter discernimento dos tempos e estações. Em culto na terça-feira (2), o pastor Joel Engel destacou a importância de estar alinhado à agenda de Deus e as celebrações bíblicas, que tiveram impacto não só na Velha Aliança, como também nos dias atuais.

“Deus tem agenda marcada para fazer determinadas coisas e é importante você entender os ciclos e os tempos”, destacou Engel.

“Jesus ficou espantado por observar que os mais sábios de sua época não entendiam o tempo da visitação de Deus em Jerusalém. E por não entenderem, eles perderam a sua oportunidade. Por isso é bom você entender que Deus faz assim: há um tempo e uma estação para todas as coisas”, acrescentou.

O pastor observa que Jesus exortou o povo porque eles sabiam identificar quando iria chover, mas não discerniam as coisas de Deus. “Hipócritas! Vocês sabem interpretar o aspecto da terra e do céu. Como não sabem interpretar o tempo presente?”, diz Lucas 12:56.

Engel ensina também que, ao analisar as Escrituras, é possível identificar que, a cada sete anos, Deus determina um ciclo. Um exemplo disso é o Shemitá, uma lei bíblica que determina o ano de descanso da terra: seis anos são para a semeadura, mas o sétimo ano é de descanso. 

“Atualmente estamos em um ano Shemitah, mas essa é uma lei de Deus que poucas pessoas conhecem”, disse Engel. “Em Israel, havia seis anos de descanso da terra, mas no sétimo ano, o povo recebia uma provisão sobrenatural. No final do ano Shemitá, há uma quitação de dívidas.”

Em 2022, o Rosh Hashaná, considerado o primeiro dia do ano do calendário hebraico, será iniciado no entardecer de 25 de setembro, dando início ao ano 5783.

Por isso, Engel lembra: “É muito importante acompanhar os tempos, porque há um tempo para todas as coisas: há tempo para se alegrar, há tempo para sofrer, há tempo para conquistar, há tempo para amadurecer.”

Datas bíblicas e céus abertos

Um dos grandes exemplos de oração é Daniel, que clamou a Deus durante 21 dias em lágrimas. O pastor observa que Daniel estava orando com a intenção de saber quando Deus iria trazer o “jubileu” ao seu povo, ou seja, a sua libertação.

“Toda nação de Israel foi levada como cativa para a Babilônia, porque durante 70 anos sabáticos — a cada 7 anos, o povo precisava santificar o sétimo ano e deixar a terra descansar — ou seja, durante 490 anos, Israel não mais festejou o ano sabático. E para cada ano que eles não celebraram, Deus deu um ano de escravidão na Babilônia”, disse Engel.

E continuou: “Muitos podem dizer que isso é coisa para judeu, coisa do Velho Testamento. E as pessoas que estão escravizadas em nossa terra? E as nações que estão vivendo debaixo de escravidão? E aqueles que são escravos de dívidas? Há diversos tipos de escravidões nos dias de hoje.”

Engel disse ainda que, a cada quebra de mandamento, vem uma provação.

Daniel buscou a Deus durante 21 dias em lágrimas porque “estava pedindo perdão pelos pecados da nação”. Ele então ensina: “Quando pedimos perdão pelos pecados da nação, os céus vão sendo abertos.”

“É um tempo de oração de pedido de perdão pela nação brasileira. Muitos governos têm ofendido a Deus, por isso temos que orar para que Deus levante no Brasil presidentes e governadores com valores cristãos”, concluiu.

Fonte: Guiame 

Pastor é torturado e acusado de pagar por conversões na Índia

Pastor é torturado e acusado de pagar por conversões na Índia

Shekar — nome fictício por razões de segurança — nasceu na Índia e foi criado num ambiente hindu. Certo dia, alguém lhe ofereceu uma Bíblia e ele começou a ler. 

Ao chegar em João 3.16, ele disse que ficou muito pensativo sobre o versículo. “Quando li o livro inteiro, descobri que Jesus veio ao mundo por causa de nossos pecados. Isso me fez perceber que sou pecador”, contou. 

Sendo pecador, Shekar chegou à conclusão de que precisava de salvação. “Então, naquele momento, orei arrependido e aceitei a Cristo como meu salvador”, disse.

Desafios para ser cristão na Índia

Porém, ao se tornar cristão, a vida ficou complicada para Shekar. O simples fato de ter acesso a uma Bíblia e se converter afetou de forma profunda seu relacionamento com os familiares.

Na Índia, quem abandona o hinduísmo para seguir a Cristo é excluído da sociedade e visto como cidadão de segunda categoria.

Apesar da constituição indiana assegurar o direito a professar, praticar e propagar livremente a religião, na prática, essa não é uma realidade para os cristãos que vivem no país. 

Hostilidade e violência

Oficiais do governo são hostis aos cristãos, o que resulta em prisões, perseguição, intimidação e demolição de igrejas. Líderes e grupos étnicos também pressionam convertidos que abandonam a religião e rituais dos antepassados, já que isso é considerado um insulto ao grupo. Para eles, nascer indiano é nascer hindu. 

Após servir a Deus por tanto tempo, Shekar se familiarizou com a perseguição no país. “Por ser líder de igreja, sou culpado pelas conversões e acusado de enganar pessoas usando dinheiro para se converterem. Nós enfrentamos muitos desafios”, compartilhou. 

Agredido e torturado

Shefar e sua família experimentaram a perseguição da forma mais violenta. Certo dia, ele estava reunido com cristãos para orar quando policiais chegaram e começaram a fazer ameaças. 

Apesar do medo, ele não fugiu. Os policiais apreenderam Bíblias e livros e, depois, os levaram para a delegacia. Os cristãos foram assediados, agredidos e torturados.

Durante o interrogatório, perguntaram a Shekar se ele pagava hindus para se converterem ao cristianismo. Ao negar, foi muito agredido. A violência foi tanta que o tímpano dele estourou.

Apesar disso, Shekar afirma que se sentiu perto de Jesus. “Eu fiquei com medo ao ser torturado, mas lembrei das promessas de Deus”, disse. 

“Saí de lá chorando”

A intenção dos policiais era que Shekar e sua família deixassem o vilarejo onde moravam. “Decidi sair para manter minha família em segurança e continuar o ministério”, explicou. 

Embora tenham deixado o perigo imediato, a tristeza permanece. “Foi o maior desgosto da minha vida deixar a igreja e os membros para trás. Saí de lá chorando e lamentando”, continuou. 

O ataque também devastou a família financeiramente. A conta médica após as agressões foi alta, o que afetou os recursos destinados a comprar mantimentos e pagar o aluguel.

Atualmente, o pastor Shekar e a família estão recebendo ajuda da Portas Abertas para permanecer na jornada com Jesus na Índia. Apesar de não serem aceitos pelos vizinhos, sabem que pertencem a uma comunidade maior, a família da fé, e por isso o pastor é grato. “Vocês oraram por nós e nos ajudaram. Sou grato do fundo do meu coração”, concluiu. 

Fonte: Guiame com informações de Portas Abertas

Pastor detido no Irã leva presos a Jesus e distribui Bíblias manuscritas na prisão

Pastor detido no Irã leva presos a Jesus e distribui Bíblias manuscritas na prisão

O pastor Houmayoun seguiu o conselho que o apóstolo Paulo deu a Timóteo para pregar a Palavra a tempo e fora de tempo, ao ser preso pela polícia secreta em 2012, no Irã.

Houmayoun estava fazendo uma reunião de oração em sua casa, quando os policiais invadiram o local e o levaram detido, junto com a esposa, o filho de 17 anos e outros quatros líderes da igreja doméstica.

Depois de dias de interrogatório, os cristãos foram transferidos para uma prisão. Temendo que o grupo falasse de Jesus aos outros detentos, os guardas ordenaram que todos ficassem quietos e não revelassem o motivo de terem sido presos.

Mas, o pastor iraniano e os crentes preferiram obedecer a ordem de Deus. “Teria sido confortável ficar quieto e não falar sobre Jesus. As coisas teriam corrido melhor para nós na prisão”, disse ele, em entrevista à Voz dos Mártires.

Evangelizando no cárcere

Ignorando a própria provação, os cristãos começaram a compartilhar o Evangelho com os presos muçulmanos. Alguns não gostaram e os ameaçaram de morte, já outros ouviram com interesse, como um homem que se aproximou e perguntou mais sobre Jesus.

“Eu estava simplesmente contando meu testemunho e contando sobre as Boas Novas do Evangelho e histórias da Bíblia. Deus me deu sabedoria sobre quem estava aberto e quanto compartilhar”, lembrou Houmayoun.

O evangelismo do grupo na prisão irritou os guardas e o pastor recebeu 20 advertências por escrito, ordenando que parasse de pregar aos prisioneiros muçulmanos.

Mesmo com as ameaças, os cristãos permaneceram firmes em sua missão de expandir o Reino de Deus dentro do cárcere.

Após meses, a esposa e o filho do líder foram libertados, e os cinco crentes que permaneceram presos foram autorizados a ligar para suas famílias.

Contrabandeando Bíblias

Eles tiveram a ideia de pedir que seus familiares trouxessem passagens da Bíblia em inglês, escritas em formas de cartas.

Os escritos passaram despercebidos pelos guardas, que não sabiam a língua inglesa. Então, os crentes que entendiam inglês passaram a traduzir capítulos inteiros da Bíblia para a língua farsi, a fim de que os detentos pudessem ler.

Depois de meses, o grupo já tinha feito vários manuscritos da Palavra e as Bíblias se multiplicaram em toda a prisão. 

Furiosos com o trabalho dos crentes, os guardas os separaram, acreditando que parariam a evangelização. Mas, cada um deles tinha consigo uma Bíblia manuscrita, disfarçada de diário.

“Nós não tínhamos acesso a todos [os prisioneiros] no começo, mas porque eles continuaram nos punindo, eles estavam nos levando da melhor parte da prisão para a pior parte da prisão. Por causa disso, tivemos acesso à maior parte da penitenciária”, explicou o pastor Houmayoun.

Salvação e libertação para os piores

Durante seu tempo na pior parte da cadeia, conhecida como “inferno”, o líder testemunhou salvação e libertação de vícios entre os prisioneiros mais temidos.

“Pessoas que estavam cumprindo pena de prisão perpétua entregaram sua vida a Jesus. Sabemos que o Evangelho está no coração dessa prisão”, contou ele.

Em 2015, após mais de três anos, o pastor e o restante dos cristãos foram libertados. Recebendo ameaças e sendo vigiado constantemente pelo governo iraniano, Houmayoun e a família se mudaram para outro país, onde vivem em exílio até hoje.

“Percebemos que ficaria cada vez mais difícil viver naquele país”, disse o líder.

Mesmo longe de sua nação, o pastor crê que a semente do Evangelho, plantada por ele e os outros crentes na prisão, irá florescer.

“Sabemos que deixamos algo para trás e essas pessoas vão compartilhar sua fé com os outros. Não é lindo?”, declarou.

Regime islâmico opressor

No Irã, um dos países que mais reprimem o cristianismo, é proibido possuir, importar ou distribuir Bíblias e também falar sobre Jesus, sob pena de punição legal.

O governo entende que a conversão de muçulmanos ao cristianismo é uma ameaça ao domínio islâmico no país, por isso, é considerado ilegal deixar o islamismo.

O Irã ocupa a 9° posição na Lista Mundial da Perseguição 2022 de países mais perigosos para ser um cristão da Missão Portas Abertas. 

Apesar da perseguição islâmica severa, é um dos países do mundo onde o cristianismo mais cresce, a uma taxa de quase 20% ao ano, conforme a Operation World.

Fonte: Guiame com informações de Vozes dos Mártires

Morre o pastor Luiz Schiliró, o mais antigo pregador de multidões do Brasil

Morre o pastor Luiz Schiliró, o mais antigo pregador de multidões do Brasil

O pastor Luiz Schiliró, considerado um dos maiores evangelistas da história do Brasil, morreu no domingo (31) aos 102 anos de idade.

Schiliró era o mais antigo pregador de multidões ainda vivo no Brasil, depois de uma geração marcada por nomes como Manoel de Mello e Silva (1929-1990) e David Miranda (1936-2015).

Schiliró começou suas pregações com Manoel de Mello, fundador da Igreja O Brasil Para Cristo, em 1958. Juntos, eles realizaram uma campanha evangelística em São Paulo (SP) com pregações em cinco teatros municipais e um culto de encerramento no estádio do Pacaembu, com um público de 50 mil pessoas. 

Conhecido como o “pastor dos cinco continentes”, o ministério de Schiliró não ficou restrito apenas ao Brasil. Ele visitou pelo menos 56 países e pregou em cruzadas em mais de 500 cidades. 

Schiliró fundou diversas igrejas, entre elas, a Igreja Evangélica Unida, em São Paulo, em 12 de julho de 1963.

Falando à Revista Show da Fé, no ano passado, Schiliró relembrou: “Sou fruto e pioneiro do avivamento derramado no país em 1953”, disse. “Nos avivamentos, ocorrem curas da alma e do corpo, acontecem milagres, como a criação e a recriação de órgãos e membros de corpos que foram destruídos ou mesmo inexistentes.” 

Diversos líderes lamentaram sua morte nas redes sociais, entre eles, o pastor Geremias Couto. “Luíz Schiliró talvez seja o último da grande geração de evangelistas em massa que o mundo já teve no século passado. Alcançou os cinco continentes, pregou em cerca de 56 países, tornando-se um dos brasileiros mais reconhecidos e respeitados na área da evangelização mundial.”

O pastor e deputado federal Roberto de Lucena também prestou homenagem. “Era um sábio, um homem apaixonado por Jesus, e um bom contador de histórias. Ele foi comparado a Billy Graham e era da mesma safra de grandes evangelistas”, disse.

Já o deputado estadual Tenente Nascimento declarou: “Pastor Schiliró foi um homem apaixonado por Jesus e de notável simplicidade e espiritualidade, por onde passava encantava a todos com o brilho do Espírito Santo.”

O Portal Guiame presta condolências e ora pelo consolo do Espírito Santo sobre os familiares e amigos.

Fonte: Guiame

"Cristãos carnais são a maior barreira para o avivamento hoje", alerta pastor

"Cristãos carnais são a maior barreira para o avivamento hoje", alerta pastor

O pastor Mike Signorelli está alertando sobre “maneiras problemáticas” pelas quais as pessoas estão sendo cada vez mais condicionadas a participar indevidamente do reino sobrenatural.

O líder da Igreja V1 em Nova York também ressalta que “cristãos carnais e de mente natural” são a maior barreira que ele vê para o avivamento espiritual.

“Estamos entrando nesta área agora. As práticas da Nova Era estão se tornando um fenômeno normal”, disse Signorelli ao “The Playing With Fire Podcast”.

“Mesmo as empresas seculares estão provocando as pessoas a entrar no reino espiritual ou a acreditar no sobrenatural de uma maneira que, é como se estivéssemos deixando o ateísmo e nos movendo para o 'espiritual, mas não religioso' como povo”.

O pastor entregou uma mensagem aos cristãos que podem hesitar em falar sobre o mal bíblico com amigos e familiares, alertando que muitos de seus entes queridos já estão envolvidos no sobrenatural – mas de maneiras profundamente inadequadas e perigosas.

Segundo informações do Faithwire, o McDonald's é apenas uma das empresas que trouxe o ocultismo – especificamente a leitura de cartas de tarô – em seu marketing este ano.

Outras empresas fizeram o mesmo, com shows de Hollywood trazendo rotineiramente médiuns, médiuns e outros para o mainstream.

“Às vezes você fica tipo, 'bem, eu não quero assustar minha família, ou eu não quero assustar meus colegas de trabalho'”, disse ele. “Sem saber que seus colegas de trabalho estão queimando sálvia em sua casa na esperança de que espíritos obscuros estejam saindo… eles estão lendo seus horóscopos."

Signorelli disse que a recusa em se envolver está realmente dificultando a fé, principalmente quando está associada à negação dos elementos sobrenaturais do reino espiritual.

“Cristãos carnais e de mente natural são a maior barreira para o avivamento agora”, disse ele. “Porque seus amigos e familiares estão todos operando no reino sobrenatural agora, mas estão entrando ilegalmente nele.”

Ele diz que qualquer um que pense erroneamente em se engajar em tais táticas deve se lembrar dos mandamentos bíblicos de confiar nosso futuro a Deus, não ao homem.

“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento”, diz Provérbios 3:5-6 (NVI). “Submeta-se a ele em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas”.

Fonte: Guiame com informações de Faithwire

Pastor e família fogem de Cuba após regime comunista ameaçá-lo de prisão

Pastor e família fogem de Cuba após regime comunista ameaçá-lo de prisão

Um pastor de uma das maiores igrejas independentes de Cuba precisou fugir do país, após ser ameaçado de prisão pelo governo comunista.

Na semana passada, depois de ganhar liberdade condicional, Alain Toledano Valiente e sua família escaparam para os Estados Unidos, com uma licença de emergência.

No dia 25 de junho, a Segurança do Estado de Cuba emitiu um prazo de 30 dias para o líder deixar o país, sob pena de enfrentar prisão de longo prazo.

Valiente é alvo de perseguição há 20 anos, por sua atuação no Movimento Apostólico, uma rede protestante carismática que o governo se recusou a registrar.

O líder e sua esposa, Marilín Alayo Correa, pastoreavam uma das maiores igrejas na cidade de Santiago de Cuba. 

Sendo perseguido há 20 anos

De acordo com a Christian Solidarity Worldwide (CSW), uma organização que monitora a perseguição no mundo, o prédio da igreja de Valiente foi demolido duas vezes pelas autoridades e o casal foi preso diversas vezes.

Nos últimos anos, o pastor cubano foi ameaçado, intimado e interrogado pela polícia. As filhas do líder sofreram bullying e violência na escola, planejada por funcionários do colégio junto com a Segurança do Estado.

Além disso, Valiente foi proibido de sair de Cuba nos últimos quatro anos e impedido de viajar aos EUA para participar de eventos sobre liberdade religiosa.

Logo depois, o líder foi informado pelo governo que a proibição de viajar seria retirada com a condição de que ele deixasse Cuba em 30 dias.

Com o apoio da Organização Outreach Aid to the Americas (OAA), Alain Valiente e sua família chegaram aos EUA em segurança.

Exílio forçado

"Estamos felizes que o pastor Toledano Valiente e sua família estejam agora em um lugar seguro, mas entristecidos por terem sido forçados pelas autoridades cubanas a deixar sua casa sob ameaça de prisão por causa da liderança dele e de sua esposa de um grupo religioso independente”, afirmou a chefe de advocacia da CSW, Anna-Lee Stangl.

Stangl ressaltou ainda que a comunidade internacional deve cobrar que o governo cubano garanta o direito à liberdade religiosa aos seus cidadãos.

"A escolha do exílio ou da prisão não é uma escolha; a comunidade internacional deve pressionar o governo cubano a parar de exilar à força qualquer pessoa que considere desfavorável e fazer reformas significativas”, afirmou ela.

“A partida do Pastor Toledano Valiente e sua família é uma grande perda não só para sua comunidade religiosa em Santiago de Cuba, mas para Cuba como um todo. Oramos para que as condições mudem para permitir seu retorno a uma vida livre e democrática”.

Fonte: Guiame com informações de Premier Christian News

Pastor Eugene H. Peterson tem biografia lançada no Brasil

Pastor Eugene H. Peterson tem biografia lançada no Brasil

Conhecido como “pastor de pastores”, dado o legado espiritual com que inspirou um incontável número de líderes cristãos e leitores espalhados pelo mundo, Eugene H. Peterson é biografado por Winn Collier, em lançamento da Editora Mundo Cristão. 

Em Fogo em meus ossos, biografia autorizada, o leitor conhecerá detalhes e abordagens únicas sobre Peterson, cuja paixão por Jesus fez esse artesão da palavra escrever livros — além da aclamada interpretação da Bíblia, A Mensagem, que inspira aqueles que desejam desenvolver uma experiência plena com Deus. 

Em uma entrevista feita com as figuras de destaque do ano em novembro de 2001, a revista Rolling Stone perguntou ao cantor Bono Vox que livros ele estava lendo. “Uma tradução das Escrituras, o Novo Testamento e os Livros de Sabedoria”, ele disse, “que um cara chamado Eugene Peterson resolveu fazer. Tem sido uma grande força para mim. (Fogo em meus ossos, p. 230)

Pensador reconhecido por suas reflexões equilibradas sobre a missão e a vocação do ministro cristão, Peterson foi um pastor, marido e pai cuja sofisticação intelectual não o impediu de apreciar as experiências singelas e belas da vida, e dedicar seus talentos à formação espiritual de pessoas simples. 

Winn, que é diretor do Centro Eugene Peterson para Imaginação Cristã, teve acesso exclusivo a documentos do biografado que lhe permitiram produzir um retrato fiel da multifacetada e inspiradora vida de um dos pastores mais influentes das últimas décadas. 

O livro pode ser encontrado na Amazon.

Fonte: Guiame 

“A marca da besta é um sinal que vai nos excluir do mundo”, explica Lamartine Posella

“A marca da besta é um sinal que vai nos excluir do mundo”, explica Lamartine Posella

Ao falar sobre a marca da besta em seu canal no YouTube, na última terça-feira (26), o pastor Lamartine Posella disse que o tempo é propício para o cumprimento dessa profecia, já que a tecnologia avançada oferece todas as condições necessárias.

Ele fala sobre a possibilidade de “marcar pessoas” de forma global e como isso pode ocorrer. “Apocalipse 13.16-18 é a chave bíblica que nos levará ao entendimento do número 666”, destacou. 

“A marca envolve a economia mundial — dinheiro sem moeda — e o Anticristo vai controlar o mundo inteiro e quem não tiver a marca não poderá nem mesmo comprar alimento, pois o dinheiro estará atrelado à marca da besta”, citou. 

“O mundo será dividido”

O falso profeta será o chefe da propaganda religiosa do Anticristo e estará à frente da campanha de implementação da marca da besta. Além disso, vai induzir o povo a adorar a imagem da besta. 

“Quem não adorar a besta será morto. Todo mundo terá que assumir um lado. De um lado haverá aqueles que aceitaram a Cristo, durante a Grande Tribulação e não vão adorar a besta, e do outro os que aceitaram adorar a besta”, disse. 

“O mundo será dividido. Obviamente que a grande maioria vai aceitar e uma minoria não vai aceitar e vai tentar fugir ou se esconder, mas vai acabar morrendo”, sublinhou. 

É dessa forma, conforme o pastor explica, que os cristãos serão excluídos do sistema mundial, por não aceitar as imposições do Anticristo e viverão marginalizados: “O mundo civilizado não será mais para os cristãos”. 

Dicas para interpretar a marca da besta — 666

O pastor acredita que a marca da besta será algo externo ou visível. Ao citar Ezequiel 9.4 que diz: “Percorra a cidade de Jerusalém e ponha um sinal na testa daqueles que suspiram e gemem por causa de todas as práticas repugnantes que são feitas nela”, o pastor justifica. 

“O texto mostra que o sinal é visível, poderia ser uma espécie de tatuagem, por exemplo”, disse ao observar que Apocalipse cita 8 vezes “marca como sinal” e em todas elas se refere, especificamente, à marca da besta. 

Nos tempos atuais, o pastor diz que “pode ser uma tatuagem visível ou subcutânea. “Apocalipse 13.17-18 nos dá algumas dicas para interpretar a marca da besta — primeiro que a marca levará o nome do Anticristo, segundo que há um número no nome dele”, disse ao relacionar a gematria, que revela nomes a partir da soma de cada letra, conforme o número que cada uma representa. 

“A terceira dica é que o 6 é número de homem, conforme a Bíblia. Então 666 é a trindade satânica — Satanás é anti-Deus, Anticristo é anti-Jesus e o falso profeta é anti-Espírito Santo”, detalhou. “Tudo isso ficará mais claro quando o Anticristo se manifestar”, resumiu.

“A marca só pode ser para os nossos dias”

“Eu creio que a marca ou número da besta só pode ser para os nossos dias por depender de uma tecnologia moderna para ser implementada”, disse ainda. 

O pastor explica que é necessário haver um controle mundial para que todas as pessoas recebam a marca. “Câmeras modernas, tecnologia 5G que vai controlar todo mundo, até mesmo dentro das casas e tudo estará a serviço do governo do Anticristo”, apontou. 

“Não vai ter para onde fugir. Nós já estamos caminhando para isso. As nações estão perdendo autonomia e terão que obedecer ao presidente deste novo comando do governo mundial. Leis e políticas serão submissas”, continuou. 

“Quem não aceitar a marca vai morrer e poucos conseguirão viver escondidos. Estamos caminhando para esse tempo e a Igreja tem que pregar dentro e fora de tempo. Alegrem-se, pois nós somos selados pelo Espírito Santo”, concluiu. 

Fonte: Guiame 

“Estamos na maior colheita que o mundo já viu”, diz evangelista que levou milhares a Jesus

“Estamos na maior colheita que o mundo já viu”, diz evangelista que levou milhares a Jesus

O evangelista Chris Mikkelson tem pregado o Evangelho em algumas nações não alcançadas, principalmente próximo ao Oriente Médio, onde o cristianismo representa 2% da população ou menos.

Nos últimos 2 anos, ele afirma que levou mais de um milhão de pessoas a Jesus Cristo através de campanhas evangelísticas marcadas por curas e milagres.

“Parece que foi ontem que eu e a Amanda (sua esposa) começamos este ministério pela fé, com nada além de uma palavra de Deus para ir”, disse Mikkelson, um aprendiz do ministério CfaN (Cristo para todas as Nações). 

Recentemente, Mikkelson realizou sua 16ª cruzada no Paquistão, onde seu ministério tem realizado um trabalho intenso.

“Sobre o Paquistão, é onde Deus queria que eu fosse. Foi assim que Jesus conduziu Seu ministério e o apóstolo Paulo também. É sempre melhor ser obediente ao Senhor e Ele lhe dará grande sucesso”, disse ele à revista Charisma News.

A cruzada mais recente de Mikkelson e sua equipe ocorreu na cidade de Dijkot, na província de Punjab, onde mais de 76.000 pessoas aceitaram Jesus no calor do deserto. Mikkelson diz que a temperatura era de 47°C e, quando começou a pregar, às 21h30, ainda estava a 40°C.

“Há tanta fome nas pessoas”, diz Mikkelson. “Eu realmente creio que estamos no meio da maior colheita que este mundo já viu.”

De acordo com a Charisma News, em 30 cruzadas diferentes, Mikkelson viu mais de 1,7 milhão de pessoas aceitarem Jesus.

Mikkelson diz que ele e sua equipe voltarão ao Paquistão em setembro e novembro para grandes cruzadas evangelísticas e espera ver milhares de outras salvações entre o povo daquele país.

O evangelista destaca que o “ide” é um ato de obediência a um chamado. “Quando somos obedientes à direção de Deus, Ele usa a nossa vida e faz dela um sucesso, e Deus não pode falhar”.

Fonte: Guiame com informações de Charisma News

Pastores levam o Evangelho a Salem, cidade dos EUA conhecida pela bruxaria

Pastores levam o Evangelho a Salem, cidade dos EUA conhecida pela bruxaria

O cinema e a história contam sobre “as bruxas de Salém”, uma cidade em Massachusetts, nos Estados Unidos, conhecida pelo forte movimento de feitiçaria. Foi nesse contexto que um casal de pastores atuou pregando o Evangelho e alcançando pessoas com o amor de Cristo.

Guy e Tana Miller, plantaram a Remix Church em Salem em 2011 e contaram suas experiências com bruxas e satanistas em participação no The Playing With Fire Podcast. 

O ministério do casal surgiu depois que Deus abriu seus olhos para a necessidade espiritual daquela cidade. “Fiquei chocado ao descobrir que havia apenas alguns, muito pequenos mas fiéis, evangelismos acontecendo”, disse Guy. “Não havia muitos testemunhando o Evangelho em Salem.”

Tana disse que “Deus falou claramente” para o casal ir a Salem. Quando chegaram à cidade, perceberam que havia muita barreira ao Evangelho, especialmente por pregadores que falavam contra a bruxaria e o pecado, mas da forma errada.

Por isso, o primeiro objetivo dos pastores foi criar relacionamento com os moradores de Salem. Eles começaram a conhecer as pessoas e fazer amizades improváveis — desde travestis a feiticeiros.

Guy e Tana acabaram se tornando vizinhos da bruxa oficial de Salem e conseguiram se aproximar dela. “Queríamos conhecer a todos, amar a todos e conhecê-los de perto, independentemente do que eles acreditassem”.

Os pastores disseram que seu objetivo em Salem não era atingir a comunidade de bruxos de forma específica, mas ministrar à cidade como um todo. “Durante todo o tempo em que estivemos lá, Deus nos colocou em Salem para plantar sementes”, disse Tana.

Lidando com a batalha espiritual

Por outro lado, Guy e Tana conseguiam sentir o peso espiritual da cidade. “Esta foi a primeira vez em nossa vida ministerial em que eu acordava no meio da noite e sentia algo maligno e tinha que orar por isso”, revelou Tana.

Tana destacou que a feitiçaria em Salem é “definitivamente real” e que os cristãos precisam ser sábios e vigilantes. No entanto, isso não deve gerar medo nos seguidores de Jesus enraizados na verdade.

“Em primeiro lugar, não é perigoso para nós, porque temos o poder dos nossos testemunhos e do sangue de Jesus”, disse Tana.

Guy acrescentou que Deus não é ameaçado por nenhuma dessas práticas e lembrou que a Bíblia já preparou os cristãos para a guerra espiritual, em Efésios 6, dando à Igreja o poder de triunfar sobre as guerras espirituais.

Fonte: Guiame com informações de Faithwire

Pastor é morto em Uganda após levar 8 muçulmanos a Jesus

Pastor é morto em Uganda após levar 8 muçulmanos a Jesus

Os pastores Robert Bwenje, de 28 anos e Ambrose Mugisha, de 25, ambos da Igreja Pentecostal Elim, participaram de um debate entre cristianismo e islamismo, no dia 6 de julho.  Após o debate, oito muçulmanos — entre eles duas mulheres — aceitaram a Cristo como salvador.

“Isso irritou os muçulmanos, mas eles não puderam nos atacar porque tínhamos uma forte segurança da polícia”, disse Mugisha ao contar que houve uma emboscada enquanto eles voltavam para casa.

“Vimos homens vestidos com trajes islâmicos vindo do mato, de diferentes direções e gritando 'Allahu Akbar’ [Alá é maior, em árabe]”, explicou o pastor Mugisha ao Morning Star News.

Sobre o ataque

Os extremistas abordaram os dois pastores com violência, queimando suas Bíblias e depois espancando-os com paus. 

“Consegui identificar um deles. Seu nome Ashirafu Kasamba e ele fez um corte na minha cabeça. Eu consegui pular na água e nadei até atravessa para o outro lado", relatou ao dizer que identificou também outro agressor, Kabagambe Kadiri.

Mugisha foi encontrado sangrando e algumas pessoas o resgataram. Mas ele revelou que os agressores continuaram atacando Bwenje e depois fugiram.

Os dois foram levados a uma clínica próxima para receber os primeiros socorros e depois para um hospital em Kiboga.

Ameaças de muçulmanos

O pastor Godfrey Ssemujju, que trabalha na mesma igreja, disse que visitou Mugisha e Bwenje, no hospital, no dia 10 de julho. “Bwenje não suportou os ferimentos profundos na cabeça e nós o enterramos em 12 de julho”, lamentou o pastor que relatou o incidente na delegacia de polícia central de Kiboga. 

Kasamba foi preso e acusado de homicídio, disse ele. “A polícia está em busca dos outros agressores”, continuou o pastor. 

“Pedimos orações pela segurança dos membros da nossa igreja, pelo nosso templo e pela recuperação de Mugisha. Também temos que apoiar a viúva de Bwenje e pagar as despesas do hospital”, disse ainda. 

Enquanto isso, os muçulmanos continuam fazendo ameaças por telefone, dizendo que “eles querem de volta os muçulmanos que foram convertidos ao cristianismo". Os extremistas acreditam que eles estão sendo escondidos pela igreja.

Outros pastores da mesma região estão sendo ameaçados pelos muçulmanos, que exigem que os cultos nas igrejas sejam interrompidos. Não há limites para as intimidações, pois até jovens, crianças e mães que amamentam estão sendo perseguidos pelos extremistas. 

A constituição de Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e também de se converter de uma fé para outra. Os muçulmanos não representam mais de 12% da população de Uganda, mas eles têm sido uma minoria intolerante e extremamente violenta. 

Fonte: Guiame com informações de Morning Star News