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Pastor impede suicídio de mulher em pontilhão no interior de SP

Pastor impede suicídio de mulher em pontilhão no interior de SP

Um pastor impediu uma mulher de cometer suicídio na noite de sábado (7) em um pontilhão que dá acesso à entrada da cidade de Paraguaçu Paulista, no interior de São Paulo.

Depois de sair de uma reunião em Paraguaçu Paulista, o pastor Paulo Costa, de 24 anos, estava voltando para sua casa em Assis, a cerca de 36 km. No início do trajeto, por volta das 19h35, ele conta que avistou a mulher encostada na beirada do pontilhão.

“No início achei que era uma visão de relance, pois estava escuro. Foi quando a voz do Espírito Santo disse para eu voltar”, disse o pastor do Ministério Ele Vive em um post no Facebook.

“Quando eu voltei havia mesmo uma mulher sozinha, em lágrimas e soluços, olhando para baixo, pensando na pior decisão que se deveria tomar naquele momento. Cheguei meio calmo, conversando com ela e a distraindo, para tirar ela da beirada daquela ponte”, relatou Paulo.

O pastor conta que a mulher não conseguia falar nada, “pois só chorava e olhava para baixo”. Então ele ofereceu uma oração e perguntou se poderia levá-la para casa. Sem ver uma reação diferente das lágrimas, Paulo resolveu pegar o celular dela e ligar para um membro da família.

“Decidi ligar para pedir para alguém vir buscar ela, nunca vi uma cena desta. Mas eu segurava bem firme em seus braços e dizia que tudo daria certo na vida dela e que os momentos da vida são passageiros, logo tudo se resolveria. Tentei consolar até que a família chegou ao local e a levaram para casa”, concluiu Paulo.

O pastor ainda deixou uma mensagem sobre a seriedade da depressão: “Louvo muito a Deus por ter passado e voltado naquele lugar, pois a depressão não é frescura. Ela iria ceifar mais uma vida”.

“Mas para a glória de Deus, o adversário de nossas vidas perdeu mais uma guerra”, acrescentou.

Fonte: Guia-Me

Pastor de Mianmar pode ser processado por falar a Trump sobre perseguição religiosa

Pastor de Mianmar pode ser processado por falar a Trump sobre perseguição religiosa

Um pastor batista de Mianmar teve menos de 60 segundos no Salão Oval da Casa Branca para falar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre os maus-tratos e abusos sofridos por seu povo.

Em julho, Hkalam Samson disse ao presidente que grupos étnicos em sua terra natal estavam sendo “oprimidos e torturados pelo governo militar de Mianmar” e agradeceu a ele por impor sanções a quatro principais generais.

Agora, provando que Samson estava certo, um coronel do Exército de Mianmar foi a tribunal para processar o pastor por seus comentários sobre os militares durante a conversa com Trump.

Samson, que após sua visita à Casa Branca voltou para casa na cidade de Myitkyina, no norte de Mianmar, disse que está esperando para ver se um tribunal irá aceitar a queixa do coronel.

A natureza da denúncia não é clara, mas em casos semelhantes, os militares se aproveitam das abrangentes leis de difamação criminal do país. Espera-se que um juiz decida na próxima semana se o caso pode prosseguir.

“Não há liberdade de expressão para os cidadãos de Mianmar, onde quer que você esteja, porque você pode ter problemas, mesmo quando fala sobre a verdade na Casa Branca”, disse Samson em entrevista ao The New York Times.

As autoridades dos EUA não falaram publicamente sobre o caso de Samson. Mas, em particular, expressaram preocupação de que um convidado da Casa Branca possa enfrentar a prisão pelo que ele disse ao presidente.

Samson visitou a Casa Branca com líderes religiosos de todo o mundo cujas comunidades foram perseguidas por causa de sua fé.

Luta pela liberdade

Em 16 de julho, um dia antes de Samson visitar a Casa Branca, o governo Trump impôs sanções ao principal comandante militar de Mianmar, o general Min Aung Hlaing, e a três de seus oficiais de mais alto escalão, por seus papéis em uma campanha contra muçulmanos étnicos, o que foi considerado pelas autoridades americanas como “limpeza étnica”.

Os militares, conhecidos como Tatmadaw, governaram Mianmar por quase meio século até 2011, quando começou a compartilhar o poder com líderes civis. Mas ainda mantém uma autoridade extraordinária sobre os assuntos do país, anteriormente conhecido como Birmânia.

Nos últimos três anos, os militares apresentaram dezenas de queixas por difamação contra seus críticos. Como na denúncia contra Samson, todos os casos foram movidos por coronéis.

Samson é presidente da Convenção Batista de Kachin e um dos principais defensores dos direitos das pessoas étnicas da região, que são predominantemente batistas e vivem no norte de Mianmar.

Samson, um representante de longa data de seu povo, visitou os EUA várias vezes e já havia conhecido Trump. Ele também conheceu o ex-presidente Barack Obama duas vezes, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton e o ex-presidente Jimmy Carter quando viajaram para Yangon, a principal cidade de Mianmar.

“Como cristãos em Mianmar, estamos sendo muito oprimidos e torturados pelo governo militar de Mianmar”, disse o pastor a Trump na Casa Branca. “Não temos muitas chances de liberdade religiosa"”

Vestindo um casaco e chapéu tradicionais de Kachin, ele pediu ajuda a Trump para levar a democracia a Mianmar e agradeceu-lhe pelas novas sanções. “Sim, sim, nós fizemos algo”, respondeu o presidente. “Obrigado. Eu aprecio muito”.

Apesar da ameaça de ficar preso por meses ou anos, Samson disse que fazer parte de um processo legal já é um avanço, comparado com as décadas de impunidade militar em áreas étnicas como Kachin.

Durante esse período, ele disse, os críticos das forças armadas simplesmente desapareceriam. “Se os militares não estivessem felizes com o que dissemos, eles não entrariam com uma ação. Eles o levariam e você desapareceria anonimamente”, destaca.

Fonte: Guia-Me

'Algumas igrejas perderam pessoas porque perderam a mensagem', diz evangelista americano

'Algumas igrejas perderam pessoas porque perderam a mensagem', diz evangelista americano

Algumas igrejas estão perdendo pessoas porque falharam em pregar o "verdadeiro evangelho" e estão apenas oferecendo "momentos de bem-estar", afirmou o  evangelista Ravi Zacharias.

Falando à Fox News, ele disse que, embora os evangélicos "tivessem crescido em número", as principais igrejas estão lutando porque estão se afastando da mensagem principal da Bíblia.

"Alguns dos líderes perderam números, e deveriam ter perdido números, porque perderam a mensagem", disse ele.

"Se você perdeu o verdadeiro Evangelho, as pessoas vão dizer: 'Por que estou vindo para cá? Esta é uma sociedade ética ou um momento de bem-estar no domingo de manhã?'”, analisou.

Ele disse que as igrejas em crescimento são aquelas "onde a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo está sendo entregue aos jovens e àqueles que estão pensando seriamente sobre o que é a vida."

O orador e autor popular continuou dizendo que houve uma mudança no debate em torno da fé nas últimas décadas, de Deus existir ou não, para questões "mais existenciais".

"Todas as perguntas que você faz só podem ser respondidas depois de encontrar a resposta para a primeira pergunta: por que você realmente existe", disse ele.

"E quando você encontrar esse relacionamento com Deus através de Jesus Cristo, como eu acredito, todas as outras perguntas serão justificadas e as respostas virão", declarou.

Outra mudança, observou ele, foi provocada pela chegada da tecnologia e da mídia social, com as pessoas cada vez mais "vivendo na frente da tela e perdendo relacionamentos", apesar de terem mais opões do que nunca para se comunicar.

"[As] perguntas estão ficando cada vez maiores e a alma está ficando cada vez mais vazia", ​​disse ele.

Uma pesquisa recente revelou que, para jovens americanos, a religião é cada vez mais irrelevante.

O estudo dos valores mais estimados pelos americanos pelo Wall Street Journal e NBC News descobriu que entre os 24 anos ou menos, apenas um terço considerava que a religião era importante para eles, em comparação com mais da metade da geração Baby Boomer.

Muito mais importante para os jovens americanos era a comunidade e a tolerância.

Fonte: Guia-Me

Randy Clark irá ministrar sobre cura e avivamento em Sorocaba

Randy Clark irá ministrar sobre cura e avivamento em Sorocaba

O pastor Randy Clark, fundador do ministério Global Awakening, estará em Sorocaba (SP) entre 15 e 17 de outubro para uma Conferência de Avivamento e Cura. O evento será sediado pela Igreja Batista Independente de Sorocaba.

No período noturno, a programação é formada pelos cultos de cura e avivamento. Já no período da tarde, haverá uma escola de cura e avivamento para os participantes. A entrada é gratuita.

A banda Pier 49 Music irá conduzir o momento de louvor.

Randy Clark foi usado por Deus para dar à luz a um avivamento de doze anos em Toronto, no Canadá, em 1994. Desde então tem viajado o mundo levando avivamento através de uma unção de cura, ativação profética e libertação.

Confira a programação:

15 de outubro (terça-feira)

20h - Culto de cura e avivamento

16 de outubro (quarta-feira )

9h - Escola de cura e avivamento
20h - Culto de cura e avivamento

17 de outubro (quinta-feira)

9h - Escola de cura e avivamento
20h - Culto de cura e avivamento

Serviço:

Conferência de Avivamento e Cura
Local: Igreja Batista Independente de Sorocaba
Endereço: Av. Hollingsworth, 565 - Sorocaba - São Paulo
Entrada Gratuita

Fonte: Guia-Me

Pastor batista sequestrado na Nigéria é libertado após 17 dias de tortura

Pastor batista sequestrado na Nigéria é libertado após 17 dias de tortura

O pastor batista Elisha Noma, sequestrado no mês passado na Nigéria, foi libertado no fim de semana depois que sua família e líderes cristãos pagaram um resgate aos sequestradores, disseram fontes ao Morning Star News.

Os pastores muçulmanos Fulani no estado de Kaduna que sequestraram o reverendo em 14 de agosto receberam 3 milhões de naira (US$ 8.181) antes de libertá-lo no sábado (31 de agosto), de acordo com informações do presidente do capítulo estadual da Associação Cristã da Nigéria (CAN).

"Ele foi libertado depois que um resgate foi pago após uma série de negociações com os bandidos", disse o reverendo Joseph Hayab ao Morning Star News em uma mensagem de texto.

“Agradecemos a Deus por suas misericórdias. Oramos pela intervenção de Deus na calamidade que parece ter nos atingido como nação”, disse.

O pastor Noma, 60, da Igreja Batista Ungwan Makeri em Kaduna, identificou os sequestradores como pastores Fulani armados. Após sua libertação, ele recebeu tratamento médico por lesões provocadas enquanto estava em cativeiro.

Sua mão esquerda estava quebrada e seus sequestradores ligaram o telefone para permitir que sua família o ouvisse chorar de dor enquanto batiam nele, cortavam e queimavam partes de seu corpo para obrigá-los a pagar o resgate, de acordo com o CAN. O pastor ficou com cicatrizes de queimaduras na cabeça e no rosto.

Violência

Somente em agosto, mais de 40 pastores na Nigéria foram sequestrados ou sofreram alguma forma de violência por pastores ou terroristas do Boko Haram, segundo dados obtidos pelo CAN.

 "Também continuaremos pedindo ao governo e às agências de segurança que façam tudo ao seu alcance para impedir a crescente onda de criminalidade em todo o país, especialmente a crescente onda de sequestros no estado de Kaduna", disse o pastor Hayab ao Morning Star News.

James Kantiyok, diácono da igreja do pastor sequestrado, expressou alegria por sua libertação, apesar dos maus tratos enquanto estava em cativeiro.

"Não podemos segurar nossa alegria por sua liberdade, apesar de tudo o que ele passou", disse Kantihok ao Morning Star News.

"Vamos todos orar por sua recuperação total, pois ele está atualmente recebendo tratamento médico. Agradecemos a todos por orarem com a família e a igreja”, disse.

O Sequestro

Cerca de 20 pastores muçulmanos Fulani sequestraram o pastor Noma e seu filho, Emmanual Noma, depois de invadir sua casa por volta da 1 da manhã de 14 de agosto. Eles libertaram o filho do pastor algumas horas depois, com uma demanda para levantar 20 milhões de naira (US$ 55.155) em resgate.

Mais tarde, eles reduziram o valor para 7 milhões de nairas (US$ 19.304), disse o pastor Hayap ao Morning Star News naquele momento.

Na cidade de Kaduna, em 4 de agosto, os pastores de Fulani mataram o pastor Jeremiah Omolewa, da Living Faith Church, na área de Romi New Extension, e sequestraram sua esposa, disse uma fonte da igreja ao Morning Star News. Atacado pela estrada de Kaduna-Abuja a caminho de Abuja, ele foi morto quando os pastores atiraram em seu carro depois que o pastor terminou de liderar três cultos em sua igreja, disse a fonte.

 A esposa do pastor Omolewa foi libertada depois que a igreja pagou 3 milhões de nairas (US$ 8.273) aos pastores como resgate, disse a fonte. Um comunicado da igreja informou que o resgate foi pago depois que as negociações com os Fulani, que reduziram o montante de 10 milhões de nairas (US$ 27.577). Ela foi libertada no dia 8 de agosto por volta das 22h.

A Nigéria ficou em 12º lugar na Lista de Vigilância Mundial de Portas Abertas 2019 dos países onde os cristãos sofrem mais perseguições.

Fonte: Guia-Me

Missionária adotou mais de 50 crianças para salvá-las da prostituição infantil na Tailândia

Missionária adotou mais de 50 crianças para salvá-las da prostituição infantil na Tailândia

O que Lana Vasquez sofreu na infância foi na verdade a semente para que ela descobrisse sua missão. Tendo sido abusada sexualmente quando criança, posteriormente ela teve sua vida restaurada por Jesus e prometeu a si mesma que ia lutar com todas suas forças para que nenhuma outra criança sofresse o que ela sofreu. Lana fez de sua maior dor o seu ministério.

"Quando criança eu passei por algumas situações, fui abusada, entre outras coisas. Não fui [abusada] pelo meus pais, mas sim por 'amigos confiáveis'. Eu sei que foi aquele momento que abriu a porta para muita dor e vergonha e para muitas confusões e outras coisas na minha vida desde pequena", contou ela em entrevista para o programa 'Nova Talk', apresentado pelo pastor Maurício Fragale.

"Quando eu me senti limpa, pura e inteira, não me sentia daquele jeito desde criança, por causa do que aconteceu comigo. Então, prometi que nunca deixaria isso [traumas gerados pelo abuso] acontecer com uma criança de novo e que iria impedir de acontecer ou resgatar crianças daquela situação", acrescentou. "Eu sempre digo que é pessoal para mim. Não é só uma causa social que vi na TV. É pessoal para mim".

Lana é Missionária e fundadora da organização 'Life Impact International', que atua - entre outras nações - na Tailândia. O país está em primeiro lugar no mundo quando se fala em prostituição infantil. Bangkok está no topo do mundo nessa área, é muito famosa pelo turismo sexual com crianças, menores de idade.

"Chegou ao ponto de haver 800.000 crianças forçadas a se prostituirem só na Tailândia. Quando eu ouvi isso, sabia que tinha que fazer algo a respeito", destacou a missionário.

No início de seu ministério, Lana viajou dos Estados Unidos para a Tailândia, com o objetivo de implantar o projeto no país e voltar aos EUA. Mas os planos foram mudados.

"Era para eu ter ficado na Tailândia por apenas dois meses e ajudar a organizar, a começar o trabalho. Mas 2 meses se tornaram 17 anos. Eu tinha apenas 24 anos e me tornei mãe de 52 crianças. Comecei com uma estratégia chamada 'Prevenir, Resgatar, Curar'. Prevenir a exploração infantil, o tráfico infantil, crianças forçadas a se prostituirem ou serem escravizadas", explicou.

A missionária alertou sobre a situação alarmante em que as crianças traficadas vivem na Tailândia.

"Na nossa fronteira, crianças são vendidas como escravas, primeiro para pedir esmolas nas ruas. [...] É o primeiro passo para 'treinar' essas crianças e o próximo passo é a exploração sexual. Esse passo é chamado de 'seasoning' [anestesiamento]. Você acaba com a vontade delas de fugir ou lutar. As crianças são dessensibilizadas e ensinadas a pensar que essa é a vida delas", disse ela. "Então, decidimos prevenir todas essas formas de exploração".


Fonte: Guia-Me

Benny Hinn declara que abandonou a teologia da prosperidade: “Espírito Santo está farto disso”

Benny Hinn declara que abandonou a teologia da prosperidade: "Espírito Santo está farto disso"

Benny Hinn, televangelista neopentecostal mundialmente famoso, parece ter feito uma reflexão a partir das críticas que recebe há anos e afirmou que “o Espírito Santo está farto” de sua pregação da teologia da prosperidade.

O pregador, que é próximo a pastores brasileiros que pregam a mesma mensagem de enriquecimento material, se tornou multimilionário pregando que os cristãos têm direito a bênçãos de saúde e riqueza e podem alcançá-las a partir de ofertar generosas – geralmente referidas como “semeadura” – e confissões positivas.

Falando com seus seguidores durante uma live no Facebook na segunda-feira à noite, Benny Hinn declarou que o Evangelho “não está à venda”, segundo informações do portal The Christian Post.

“Lamento dizer que a prosperidade ficou um pouco louca e estou corrigindo minha própria teologia e todos vocês precisam saber disso. Porque quando eu leio a Bíblia agora, não vejo a Bíblia com os mesmos olhos que vi há 20 anos”, disse o televangelista.

“Acho que é uma ofensa ao Senhor, é uma ofensa pedir US$ 1 mil de doação. Eu acho que é uma ofensa ao Espírito Santo colocar um preço no Evangelho. Para mim chega. Nunca mais vou pedir para você dar US$ 1.000 ou qualquer quantia, porque acho que o Espírito Santo está farto disso. Você me ouviu?”, acrescentou Benny Hinn.

O público que acompanhava a transmissão reagiu com euforia. “Acho que isso prejudica o Evangelho, por isso estou fazendo essa afirmação pela primeira vez na minha vida e, francamente, não me importo mais com o que as pessoas pensam de mim”, continuou o pregador.

“Quando eles me convidam para o Teleton, acho que não vão mais gostar de mim. Porque quando você olhar para a palavra de Deus… se eu ouvir mais uma vez, quebrar o ciclo de endividamento com US$ 1.000 de doação, eu vou repreendê-los. Eu acho que está comprando o Evangelho. Isso é comprar a bênção. Isso está entristecendo o Espírito Santo. […] Se você não está dando porque ama a Jesus, não se incomode em dar”, argumentou. “Eu acho que dar se tornou um truque; está me deixando mal do estômago”.

A rejeição total de Hinn à teologia da prosperidade ocorre apenas dois meses depois que seu sobrinho, Costi Hinn, revelou em seu novo livro, God, Greed, and the (Prosperity) Gospel: How Truth Overwhelms a Life Built on Lies, como sua família explorou milhões ao redor o mundo com a mensagem de prosperidade e frequentemente trocava os chamados milagres por dinheiro.

“Dar a Deus era o segredo para desbloquear seus sonhos”, escreveu Costi Hinn. “Era o segredo das promoções de emprego. Foi o acesso à nossa conta bancária divina. Meu tio costumava contar a história de como ele se endividou usando esse sistema de crenças. Seu sogro havia lhe dito que, para estar livre de dívidas, ele precisava pagar a Deus. Benny explicou que uma vez que ele começou a esvaziar sua conta bancária e a doar dinheiro para o ministério, o dinheiro começou a aparecer em todos os lugares!”, narrou o sobrinho do pregador, que também é pastor.

Em 2018, Benny Hinn admitiu que, à medida que envelhecia e passava a entender mais a Bíblia, percebeu que algumas das coisas que aprendeu com os pregadores quando era jovem não são bíblicas, incluindo a teologia da prosperidade.

“Quanto mais você conhece a Bíblia, mais se torna biblicamente embasado e mais equilibrado em suas opiniões e pensamentos, porque somos influenciáveis. Quando eu era mais jovem, fui influenciado pelos pregadores que ensinavam tudo o que ensinavam. Mas, como vivi mais, estou pensando ‘espere um minuto, você sabe que isso não se encaixa totalmente na Bíblia e não se encaixa com a realidade’. Então, o que é prosperidade? Sem falta. Eu já disse isso antes”, disse Hinn.

Na mesma ocasião, ele elaborou seu raciocínio sobre o que ele acredita que o conceito de “nenhuma falta” deve ser interpretado: “Elias, o profeta, tinha carro? Não. Nem sequer tinha uma bicicleta. Ele não tinha faltas. […] Jesus dirigia um carro ou morava em uma mansão? Não. Ele não tinha falta. E os apóstolos? Nenhum entre eles tinha faltas. Hoje, a ideia é abundância e casas palacianas, carros e contas bancárias. O foco está errado… é muito errado”.

Em seguida, Benny Hinn afirmou que, apesar de ter sido acusado de viver em ostentação, pilotando jatos particulares no passado, não é assim que ele vive atualmente: “Quero dizer, me perdoe. As pessoas me acusaram de coisas que nem são reais. Um cara escreveu um comentário: ‘Oh, ele vale US$ 40 milhões’. Oh, como eu desejo. Eu daria tudo ao Reino diante do Deus Todo-Poderoso. ‘Bem, ele voa em jatos particulares’. Não, não conheço. Não tenho voado em particular, querido Deus, anos. Viajo comercial como qualquer outra pessoa”, declarou.

Fonte: Gospel+

Pastor canta 'eu não vou reclamar' após filha de 10 anos morrer em acidente

Pastor canta 'eu não vou reclamar' após filha de 10 anos morrer em acidente

Um pastor do Alabama (EUA), cuja filha de 10 anos foi morta em um acidente na sexta-feira passada, enfrentou sua dor no púlpito com uma versão da música “I Won't Complain”, que se traduz como “Eu não vou reclamar”.

A pequena Ramiah Leonard morreu às 8h15 no Regional Medical Center após se envolver em um acidente de carro. Desde a morte de sua filha, Eugene Leonard Jr., que é pastor sênior da Life Center Church na cidade de Anniston, refletiu sobre o luto nas redes sociais.

“Estamos convencidos de que todos os detalhes de nossas vidas são continuamente entrelaçados para se encaixar no plano perfeito de Deus fazer o bem em nossas vidas, pois somos seus amados que foram chamados para cumprir seu propósito designado. Meu batimento cardíaco agora é meu anjo!”, disse em sua página no Facebook no sábado.

“Minha humanidade quer ficar brava com Deus e questionar a Deus. Eu entendo isso? Não! Isso dói? Dói como o inferno! No entanto, Deus me permitiu ter emprestado um anjo por 10 anos. Passei 10 anos com uma princesa linda, inteligente, enérgica e apaixonada por Deus”, continuou em outro post. “Se eu não questiono a Deus quando Ele me abençoa, então eu não deveria ter a audácia de questioná-Lo quando, de qualquer maneira, pegar algo que Lhe pertencia”.

“Não estou tentando ser espiritual, mas quero ajudar alguém que esteja sofrendo algum tipo de perda. Não posso simplesmente bendizer a Deus o tempo todo, desde que seja por causa de uma bênção. A ida da minha filha não foi uma maldição, mas uma bênção para ela. E, por isso, eu ainda louvarei a Deus em todo o tempo; e seu louvor continuará na minha boca”, completou.

No púlpito da igreja, o pastor Eugene disse à congregação que Deus tem o controle sobre todas as coisas.

“Sou forte, não porque sou forte, sou forte porque me tornei fraco. A Bíblia diz que encontro força quando estou fraco, então Ele é forte. Então, se você quer saber como estou conseguindo, é porque fiquei fraco para que Deus possa ser forte em mim”, disse ele.

Ele então cantou a música “I Won't Complain”, que diz: “Embora meus bons dias estão longe / Eles irão certamente voltar em um amanhecer / Então eu não vou reclamar”.

Fonte: Guia-Me

“Minha mãe ganhava a vida com rituais de magia negra”, diz pastor evangélico

"Minha mãe ganhava a vida com rituais de magia negra", diz pastor evangélico

O testemunho do pastor Raman reflete a trajetória de muitas pessoas que já passaram, ou ainda passam, por situações extremamente difíceis na vida e se questionam se realmente existe um Deus. Isso porque, além das dificuldades sociais, ele viu com os próprios olhos a realidade sombria do mundo espiritual maligno através da própria mãe.

Antes que Raman – cujo nome verdadeiro precisou ser omitido por razões de segura – se tornasse pastor, ele vivenciou o lado mais sombrio do hinduísmo, religião majoritária na Índia.

“Meu avô era um feiticeiro. Ele sacrificava animais e convidava os deuses. Quando as pessoas queriam amaldiçoar alguém, dava dinheiro a ele e ele lançava uma maldição. Quando eu era jovem, as pessoas vinham até mim e diziam: ‘Sofremos por causa do seu avô'”, contou o pastor, hoje com 29 anos.

Com oito anos de idade, o avô e o pai de Raman morreram. Ele ficou apenas com a sua mãe e a irmã. A mãe perdeu todos os bens do marido e eles precisaram se mudar de cidade. Ela, iniciada na feitiçaria, também fazia “macumbas” para sustentar os filhos.

“Minha mãe ganhava a vida com rituais de magia negra, mas quando começamos nossa nova vida, ela não tinha como ganhar dinheiro. Vivíamos em uma cabana ao lado da estrada. Não era nem uma casa de verdade”, lembra o pastor.

Mudança radical
A história de do pastor Raman e sua família mudou quando ele mesmo começou a se questionar sobre a existência de Deus. O sofrimento, aos poucos, lhe fez compreender cada vez mais a lógica de que, se a dor lhe causava angústia, era porque havia algo além do sofrimento.

“Naquela época, eu estava determinado que não havia Deus, porque eu me questionava: ‘Por que eu tenho que sofrer assim?'”, disse Raman, lembrando que na época já ouvia vozes e tinha a intenção de fazer coisas terríveis. Ele estava emocional e espiritualmente doente.

A mudança surgiu quando uma pessoa da comunidade onde Raman e sua família moravam, deu um conselho para a sua mãe. “Você deve levar seu filho à igreja”, disse a pessoa.

Eles finalmente foram até à casa do Senhor e ali ouviram pela primeira vez o Evangelho. Apesar disso, Raman se mantinha resistente, mesmo quando recebia uma visita dos membros da igreja.

“Eu estava com uma aparência horrível, tinha cicatrizes no rosto e tinha que andar de muletas. Eu não me sentia totalmente feliz. Quando as pessoas vieram me visitar, comecei a discutir com elas, questionando se Deus havia feito isso”, disse ele.

Nessa época, a mãe e a irmã do agora pastor já haviam se convertido. Eles travaram uma batalha até que o jovem pudesse se entregar a Cristo e ser liberto dos poderes malignos que o assolavam.

Atualmente o pastor Raman é um evangelista na Índia. Ele usa a sua experiência para alcançar vidas para Cristo. “Eu quero ver a Índia como um país livre de todo mal”, disse ele, lembrando que ainda há muita feitiçaria em seu país.

“Quando a Índia começar a temer a Deus, as pessoas abandonarão seus caminhos errados. Eu sei que isso pode ser perigoso. Eu também sei que posso morrer. Mas não tenho medo”, conclui, segundo a Portas Abertas.

Fonte: Gospel+

Número de sequestros e mortes de pastores aumenta no México

Número de sequestros e mortes de pastores aumenta no México

O estado de Oaxaca, no sudoeste do México, registrou o assassinato do pastor Alfrery Líctor Cruz Canseco, morto a tiros em Tlalixtac de Cabrera em 18 de agosto, pouco depois de liderar um culto em sua igreja da Fraternidad Cristiana.

As autoridades ainda investigam um motivo para o atirador se aproximar do pastor e atirar nele, mas existem declarações de que o crime organizado no país, ligado principalmente ao tráfico de drogas, têm nos cristãos inimigos de seus ‘negócios’.

As autoridades e a mídia mexicana notaram um aumento na violência na área, com um grupo de drogas chamado Cartel de Oaxaca emitindo ameaças nas mídias sociais para realizar mais execuções no sul do México. Autoridades relatam mais de 180 assassinatos no sudeste de Oaxaca este ano.

Um segundo cartel chamado Nueva Plaza também apareceu na área. Com armas de alto calibre, coletes à prova de balas e rostos cobertos, os membros ameaçaram outros grupos criminosos, policiais e funcionários do governo.

Em Tamaulipas, o pastor Aaron Méndez Ruíz, chefe de um abrigo para refugiados, foi sequestrado em 3 de agosto, enquanto interferia nos esforços de um grupo de drogas para sequestrar imigrantes cubanos, disseram trabalhadores à agência de notícias espanhola EFE.

O presidente-executivo da Christian Solidarity Worldwide (CSW), Mervyn Thomas, disse em comunicado à imprensa que o governo mexicano deve proteger os civis.

“Estamos profundamente preocupados com o bem-estar do pastor Méndez Ruiz e com o bem-estar dos migrantes residentes no abrigo da Casa del Migrante AMAR”, disse Thomas.

“Instamos o governo mexicano a garantir a segurança de populações civis em áreas com forte influência de grupos criminosos e a desenvolver estratégias para apoiar líderes religiosos e outros atores da sociedade civil que estão ameaçados”, declarou.

2018 já preocupava

No ano passado, 10 líderes religiosos foram mortos no México, décimo ano consecutivo em que o país foi classificado como um dos mais perigosos do mundo para padres católicos, segundo a CSW.

“A expansão de grupos criminosos violentos no país e o clima predominante de impunidade em torno de tais crimes levou a um aumento da violência contra líderes religiosos”, dizia a declaração da CSW.

“Muitos grupos criminosos veem os líderes da igreja, católicos e protestantes, e sua influência, como uma ameaça ao seu poder. Os líderes religiosos continuam sendo ameaçados, sequestrados e mortos, e a falta de investigação adequada significa que os autores não são levados à justiça”, declarou a organização cristã.

O relatório anual da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional de 2017 observou que gangues do crime organizado, como Los Zetas e Cavaleiros Templários, têm como alvo padres católicos e outros líderes religiosos com ameaças de morte, extorsão e intimidação.

“Em alguns casos, esses alvos acabam sendo mortos”, afirma o relatório. “Os líderes religiosos são alvos porque se manifestam contra as gangues e / ou porque se recusam a incluir a mitologia espiritual das gangues em seus sermões.”

O México ocupa a 39ª posição na lista de observação mundial da organização de apoio cristão Portas Abertas 2019 dos 50 países onde os cristãos sofrem mais perseguições.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines

Estudo revela a popularidade duradoura dos hinos tradicionais nos cultos

Estudo revela a popularidade douradoura dos hinos tradicionais nos cultos

Apesar da ascensão meteórica da música cristã contemporânea nas últimas duas décadas, um novo estudo da LifeWay revela que o hino tradicional ainda é uma parte estimada do culto da igreja.

Embora o CCM tenha se tornado moda em muitas igrejas em todo o mundo ocidental, o estudo da LifeWay com 1.000 pastores protestantes descobriu que a maioria continua retendo hinos em seu repertório musical.

Mais de dois terços (69%) dos pastores entrevistados disseram que os hinários são usados ​​regularmente em suas igrejas, perdendo apenas para a música tocada ao piano.

Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research, disse: "Como os livros impressos, os hinários estão longe de serem obsoletos. Indivíduos e grupos ainda lideram congregações cantando juntos a cada semana".

A pesquisa também descobriu que a adoração é uma área da vida da igreja onde há pouco conflito entre o pastor, a equipe de adoração e a congregação.

Apenas 15% dos pastores disseram que as preferências de adoração de sua congregação eram o maior desafio enfrentado por sua igreja e apenas 5% dos frequentadores da igreja disseram que mudariam de igreja se o estilo de adoração mudasse.

Embora muitas igrejas tenham um líder o equipe de louvor, a pesquisa constatou que os pastores costumam ter uma mão na música sendo tocada todos os domingos, com 71% dizendo que colaboram no planejamento da adoração.

A pesquisa apontou para uma colaboração saudável entre a maioria dos pastores e seus líderes de louvor, com 92% dos pastores dizendo que seu relacionamento era caracterizado por respeito mútuo.

Mais de três quartos (79%) dos pastores disseram que o piano era uma parte regular do culto de sua igreja, enquanto os pentecostais eram a denominação mais provável (82%) de ter uma banda de louvor.

Isso não quer dizer que o órgão também seja obsoleto, com quase metade dos pastores pesquisados ​​(47%) dizendo que o órgão fazia parte regular de seu culto.

Fonte: Guia-Me

Pastor sobrevive a incêndio criminoso em igreja e continua ministério: "Não tenho medo"

Pastor sobrevive a incêndio criminoso em igreja e continua ministério: "Não tenho medo"

Foi preciso um terrível acidente para que Raman se tornasse crente em Jesus. Foi preciso que houvesse a cura da doença e pensamentos demoníacos. Foi preciso rejeitar a fé de sua família e sua aldeia. Em resumo: Foi preciso que Deus não parasse de perseguir Raman. Hoje ele é um corajoso pastor, que planta igrejas e desafia a intolerância religiosa na Índia.

Hoje, Raman* é um cristão na Índia, e todo dia sua fé em Jesus o leva a arriscar tudo pelo salvador que o resgatou. Mas antes disso ele teve que lidar com doenças, ferimentos e uma família especializada em praticar feitiçaria e lançar maldições.

"Por que eu tenho que sofrer assim?"

Raman cresceu em uma família onde ele viu em primeira mão o lado mais sombrio de um ramo do hinduísmo. "Meu avô era um feiticeiro", diz Raman, que agora tem 29 anos. "Ele sacrificava animais e convidava os deuses. Quando as pessoas queriam amaldiçoar alguém, davam dinheiro a ele e ele lançava uma maldição. Quando eu era jovem, as pessoas vinham até mim e diziam: 'Sofremos por causa do seu avô'", contou Raman.

Quando ele tinha apenas oito anos de idade, seu pai e seus avós morreram em três meses. Quando a mãe de Raman se recusou a se casar de novo, seus parentes confiscaram todas as as propriedades e bens da família e forçaram Raman, sua mãe e sua irmã a deixarem a cidade. A família tentou começar uma nova vida em um novo lugar, mas não foi fácil.

"Minha mãe ganhava a vida com rituais de magia negra, mas quando começamos nossa nova vida, ela não tinha como ganhar dinheiro", lembrou Raman. "Vivíamos em uma cabana ao lado da estrada. Não era nem uma casa de verdade".

Depois de um ano, eles conseguiram se mudar para uma casa. Mas, ao mesmo tempo, Raman ficou doente. Sua doença o enfraqueceu e ele frequentemente desmaiava.

"Naquela época, eu estava determinado que não havia Deus, porque eu me questionava: 'Por que eu tenho que sofrer assim?'", contou.

Raman também começou a ouvir vozes sussurrando pensamentos sombrios e ordenando que ele praticasse atos terríveis, como atacar outras pessoas e até mesmo se matar. Ele se tornou um perigo para si mesmo e para os outros, então as outras pessoas em sua aldeia disseram à mãe de Raman para acorrentá-lo para evitar que ele machucasse alguém.

Ele ficou acorrentado por meses e ninguém sabia o que fazer para ajudá-lo.

Então, alguém disse à mãe: "Você deve levar seu filho à igreja". Já se vendo sem saída, a mãe levou o filho à igreja. Lá os cristãos oraram por Raman e, depois de um mês, ele ficou completamente curado e parou de ouvir vozes. Impactadas por esse milagre, a mãe e a irmã dele se entregaram a Jesus. Mas Raman, mesmo depois de experimentar essa cura, ainda não estava interessado em Deus.

"Como amava minha mãe, fui com ela e minha irmã à igreja, mas não acreditei", ele diz agora.

"Eu percebi que Jesus me curou"

Levou mais sete anos até Raman se tornar um crente - e isso não aconteceu sem sofrimento significativo. Ele estava andando de moto e bateu em um caminhão grande. Raman ficou gravemente ferido, a ponto de quase morrer; as pessoas da igreja onde sua mãe e sua irmã congregavam começaram a orar por Raman.

Durante 20 dias, não houve melhora visível. Os médicos disseram à mãe para levar seu filho para casa e mantê-lo em um quarto onde ele poderia ser cuidado - eles disseram que ele Raman nunca mais seria capaz de andar, falar ou fazer qualquer coisa fora de uma cama. A família da mãe de Raman disse a ela que isso aconteceu porque ela havia abandonado a magia negra.

Mas no dia 21, Raman acordou, sentou-se na cama, se levantou e andou.

"Deus lhe deu vida", disse o pastor ao celebrar a cura milagrosa do rapaz.

Mas isso ainda não era suficiente para Raman.

"Eu não acreditava nisso", diz ele. "Eu estava com uma aparência horrível, tinha cicatrizes no rosto e tinha que andar de muletas. Eu não me senti totalmente feliz. Quando as pessoas vieram me visitar, comecei a discutir com elas, questionando se Deus havia feito isso.

"Eu disse à minha mãe: 'Se Deus realmente me curou, então eu quero andar sem essas muletas'. Minha mãe orou por mim e ela me disse: 'Você tem que começar a andar'. Em uma semana, toda a força voltou para as minhas pernas. Foi nesse momento que percebi que Jesus me curou", relatou.

Agora, no lugar daquelas vozes malignas que outrora o atormentavam, Raman ouve a voz do Espírito Santo.

"Esta é uma voz tão diferente", disse ele. "Isso me dá paz."

Plantação de igrejas leva a perseguição
Desde o dia em que ele começou a seguir Jesus, Raman enfrentou oposição por causa de sua fé. Quando ele se tornou cristão, ele perdeu muitos amigos, que o acusaram de aceitar um Deus estranho.

"Eu me senti chateado com a reação deles", destacou. "Eu também estava decepcionado e sozinho".

Mas isso não o impediu de seguir o chamado que ele sentiu que Deus lhe dera. "Acredito que Deus me pediu para plantar igrejas em aldeias hindus em volta da minha própria cidade", diz ele. Raman então tornou-se pastor.

Ele se casou e mudou-se para uma nova aldeia com sua esposa, para começar a construir relacionamentos e realizar cultos. Depois de um ano, eles começaram a alugar um prédio onde sua igreja poderia se reunir.

"Deus começou a tocar os corações das pessoas", diz Raman.

No entanto, outros na cidade ficaram com inveja por causa do crescimento da igreja. Eles começaram a perturbar os cultos, atirando pedras no telhado para fazer barulho. Isso continuou por vários anos, mas Raman nunca parou de acreditar e realizar cultos na igreja.

Restauração

Vários anos depois, a perseguição se tornou mais violenta. Raman e sua esposa estavam esperando seu primeiro bebê, quando eles foram derrubados de sua moto por um membro de um grupo extremista.

"Minha esposa perdeu nosso bebê", diz Raman. "Não consegui fazer nada. Eu a trouxe para o hospital, mas não havia nada que pudessem fazer".

Esse foi um momento terrível para Raman e sua esposa. De alguma forma, eles conseguiram continuar com seu ministério. Depois de mais dois anos, Deus abençoou a família com uma menininha.

O ministério de Raman continuou a crescer. Ele ajudou a plantar igrejas nas aldeias vizinhas. "Neste momento, existem 30 igrejas com escolas dominicais", diz ele. "E em três aldeias há cultos da igreja”.

Coragem

Mas a perseguição que ele enfrentava também continuou. Em março de 2018, Raman chegou perto de perder a vida quando sua igreja foi atacada por um grupo de jovens, subornados por extremistas hindus.

"Uma noite eu estava orando na igreja", lembra ele. "Eu estava sozinho e tranquei a porta. Era meia-noite quando notei fumaça entrando na igreja. No momento em que abri a porta, a parte da frente da igreja já estava em chamas. Minha bicicleta, que eu uso para viajar para as aldeias vizinhas, também foi queimada. Eu tentei escapar da igreja, mas quando eu o fiz, alguma madeira em chamas caiu sobre mim".

"Foi realmente Deus quem me protegeu naquele dia. Eu tive problemas físicos após o incidente. E mais ainda, minha bicicleta se foi, a igreja quase se incendiou e não havia ninguém para nos ajudar", acrescentou.

Os parceiros locais da Portas Abertas (EUA) puderam ajudar Raman com algumas necessidades básicas e mantimentos para o pastor e sua família.

Algumas semanas após o incêndio, a igreja foi reconstruída e mais de 500 crianças foram ao prédio para uma Escola Bíblica de Férias. "Toda a glória a Deus", diz o pastor Raman. Com a ajuda dos apoiadores do Portas Abertas (EUA), a igreja conseguiu comprar um novo sistema de som para substituir o que foi perdido no incêndio, para que o trabalho desse tipo possa continuar.

Pastor Raman já se recuperou de seus ferimentos e está determinado a continuar levando o evangelho para sua nação. Ele pede orações pelo ministério da igreja para as crianças e por orientação, ao procurar plantar igrejas em 100 vilarejos ao redor de sua cidade.

"Eu quero ver a Índia como um país livre de todo mal", diz ele. "Quando a Índia começar a temer a Deus, as pessoas abandonarão seus caminhos errados. Eu sei que isso pode ser perigoso. Eu também sei que posso morrer. Mas não tenho medo".

Fonte: Guia-Me

Pastora é morta a tiros pelo ex-marido enquanto pregava na igreja

Pastora é morta a tiros pelo ex-marido enquanto pregava na igreja

A pastora Rose Meire Fermino de Andrade Mendonça, de 48 anos, foi morta a tiros pelo ex-marido em uma igreja de Aquidauana, a 131 quilômetros de Campo Grande (MS), na noite de terça-feira (27).

De acordo com a Polícia Militar (PM), a mulher estava no altar da igreja evangélica, fazendo pregação, quando o homem entrou e atirou. Tudo na frente dos fiéis.

Rose Meire morreu no local e o ex-marido fugiu. Enquanto a polícia fazia buscas por ele, fiéis avisaram que ele havia retornado à igreja e tentado suicídio.

O homem foi socorrido para o hospital da cidade e está sob custódia da polícia. A vítima estava desde o dia 20 com medida protetiva contra ele, que determinava que ele saísse da residência do casal.

Fonte: G1