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Pastor é preso e tem todos os seus pertences confiscados ao desembarcar na Índia

Pastor é preso e tem todos os seus pertences confiscados ao desembarcar na Índia

O pastor evangélico Bryan Nerren está sendo vítima de mais um caso de possível perseguição religiosa. Ele desembarcou na Índia em 5 de outubro passado, quando foi surpreendido pelas autoridades que lhe acusaram injustamente de violar a Lei de Gerenciamento de Câmbio do país.

Nerren foi à Índia com outros dois pastores. Eles iriam participar de duas conferências cristãs, com público estimado em 1000 pessoas. Como líder do Ministérios da Casa Internacional de Oração em Shelbyville, o pastor aproveitou para levar recursos financeiros para os organizadores do evento, assim como para cobrir suas despesas de hospedagem por duas semanas.

Porém, já ao desembarcar em Nova Délhi, o pastor Nerren foi questionado sobre suas intenções na Índia. Ele explicou seu itinerário, quando foi questionado se os recursos seriam destinados para promover atividades cristãs no país.

“O pastor Nerren explicou o objetivo dos fundos e respondeu a todas as perguntas do despachante aduaneiro”, explicou o ACLJ, um grupo de defesa da liberdade religiosa. O líder religioso foi liberado em seguida, mas ao chegar em Bagdogra, ele foi imediatamente preso assim que desceu do avião.

Perseguição religiosa
“Em Bagdogra, o pastor Nerren foi preso e transportado para Siliguri, onde foi encarcerado e não recebeu nenhuma visita, inclusive do consulado dos EUA ou de seu advogado”, destacou a ACLJ.

Às autoridades confiscaram o passaporte do pastor e todos os seus pertences, lhe deixando completamente a mercê do país. Apenas seis dias depois da prisão o pastor obteve uma audiência, onde foi decretada a sua libertação mediante o pagamento de fiança.

Todavia, sem seu passaporte e outros pertences, Nerren se encontra impossibilitado de sair do país, tendo que aguardar um novo julgamento marcado para o dia 12 de dezembro.

William Stark, da organização International Christian Concern, explicou que os fatos indicam se tratar de perseguição religiosa, pois se houvesse qualquer violação financeira, de fato, o pastor já teria sido retido na primeira fiscalização, na alfândega.

“Se esta questão é realmente sobre a Lei de Gerenciamento de Câmbio e os fundos que o pastor Nerren estava carregando, por que o pastor Nerren foi questionado sobre sua identidade religiosa e por que a resposta do pastor Nerren teve consequências tão graves?”, questionou Stark, segundo a CBN News.

A esposa do pastor e amigos que estão nos Estados Unidos já se articularam com senadores locais para agir em defesa de Nerren. Eles estão convictos de que a prisão e a liberdade condicional do líder evangélico é resultado de perseguição religiosa.

“Meu marido não fez nada de errado. Seu único crime é viver seu amor inabalável por Jesus”, disse Rhonda, esposa do pastor. “Por favor, ore por nossa família. Ore pelos corações dos oficiais que têm o poder de devolver o passaporte e deixá-lo voltar para nós. E ore por nossa equipe jurídica na ACLJ, enquanto eles trabalham em nosso nome para trazê-lo para casa.”

Fonte: Gospel+

Retirada das tropas americanas da Síria pode ter relação com profecia, diz Anne Graham

Retirada das tropas americanas da Síria pode ter relação com profecia, diz Anne Graham

A evangelista Anne Graham Lotz acredita que a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar as tropas americanas do nordeste da Síria, enquanto as forças turcas invadem a região poderiam desencadear um evento profetizado em Ezequiel 38.

Enquanto falava ao "The Jim Bakker Show" na semana passada, Lotz disse estar preocupada com a decisão de Trump de permitir que a Turquia ataque os aliados, cristãos e outros curdos da América, que vivem no nordeste da Síria.

"Sou como muitas pessoas. Me questiono: o que está acontecendo no mundo?" Disse Lotz.

Mas a autora, que é uma das mais renomadas nos EUA, acha que os planos de Deus podem incluir a decisão de Trump "quer ele realmente saiba ou não".

"Acredito que, como o rei Ciro, Nabucodonosor ou outros no Velho Testamento, Deus os use", explicou Lotz. "Então pensei: 'Deus fez com que ele fosse contra todos os seus conselheiros, todos os militares e fizesse algo que Deus queria - se ele sabe que é Deus ou não?'".

"Talvez ele seja apenas teimoso ou teimoso ou alguém o tenha enganado. Mas de qualquer maneira, ele retirou nossas tropas", continuou ela.

Lotz explicou que, embora "não seja especialista em profecias", acredita que a decisão de Trump pode desencadear uma guerra profetizada em Ezequiel 38, que "ainda não ocorreu".

"Há uma guerra prevista, que nunca aconteceu", disse ela. "Quando Gog, o príncipe de Magogue - que algumas pessoas acreditam ser Putin na Rússia - desce do norte e se alinha com a Turquia e a Síria ... e com o Sudão e a Líbia, e depois subem e vão contra Israel. "

"Ezequiel 38 diz: 'Deus fez isso' porque Ele os está trazendo contra Jerusalém, porque os julgará e os destruirá", explicou Lotz.

Rússia

O presidente russo Vladimir Putin se reuniu com o recep Tayyip Erdogan da Turquia para planejar um cessar-fogo. Os dois países concordaram em manter o cessar-fogo e patrulhar uma "zona segura" no nordeste da Síria juntos, depois que os curdos foram expulsos da área.

Lotz acredita que esse acordo também pode ter implicações para a profecia do fim dos tempos.

"Eles (tropas russas) estão agora no norte da Síria", disse ela. "Então, eu só estou me perguntando se é como um tabuleiro de xadrez e se as peças estão sendo movidas para serem montadas, talvez nos últimos dias, mas talvez também na guerra de Ezequiel 38 que ainda deve acontecer."

Contraponto

No entanto, como aponta o site 'Christian Post', o presidente da American Vision e autor da obra "A Aliança dos Gog e Magog para o Fim dos Tempos", Gary Demar, diz que há vários problemas com a interpretação de Ezequiel 38, feita por Lotz.

"O problema mais óbvio é que a batalha de Gogue e Magogue, no sistema dispensacional que Lotz acredita e ensina, não ocorre até depois do período de mil anos, descrito em Apocalipse 20:7-8", argumentou DeMar.

"Isso significa que essa batalha, após o dispensacionalismo, ocorrerá pelo menos mil anos no futuro e não tem nada a ver com o que está acontecendo na Síria ou em qualquer outro lugar", disse ele.

Intercessão

Ainda assim, Lotz pede aos fiéis que orem pelo Oriente Médio e que a paz reine em Jerusalém.

"É hora de orar pela paz em Jerusalém", disse Lotz. "Eles estão vivendo um caos. Eles não têm liderança agora. Os israelenses estão divididos quando os inimigos os cercam. E pode ser que fique tão ruim que, como aconteceu nos tempos dos Juízes, mas desta vez, eles clamarão a Deus e dirão: 'Deus, ajude-nos', e será que irão aguardar pelo Messias para libertá-los?".

"Portanto, é um momento estratégico e muito crítico para a nação de Israel, e acredito na Palavra de Deus quando diz que Ele abençoa aqueles que abençoam Israel e abençoam Seu povo. Para que possamos abençoá-los através de nossas orações por eles. Basta seguir as notícias. Ore pela liderança. Ore por Israel", finalizou.

Fonte: Guia-Me

“As crianças celebram porque continuam tendo comida”, diz pastor sobre aldeia no Malawi

"As crianças celebram porque continuam tendo comida", diz pastor sobre aldeia no Malawi

Missionários foram recebidos nesta terça-feira (5) em clima de festa pelas crianças da aldeia de Hatone, na província de Chikwawa, na região sul do Malawi.

Através do Projeto Umodzi, em parceria com a Missão Mãos Estendidas (MME), 102 crianças e adolescentes receberam novos uniformes, materiais escolares, kits de higiene pessoal e outros itens.

Desde o início do projeto, as crianças e adolescentes passaram a receber alimento diariamente. Para eles, esse é um dos grandes motivos de celebração.

“Várias regiões da África, como a aldeia de Hatone, dependem 100% daquilo que conseguimos contribuir. Toda vez que eles nos veem, eles celebram porque continuam tendo comida; porque a comida é escassa nesses lugares”, explica o pastor Marcos Corrêa, diretor do Guiame e coordenador do Projeto Umodzi.

De acordo com Marcos, as crianças e adolescentes tomam café da manhã e almoçam na Umodzi School, de segunda a sábado. “Para a grande maioria deles, as refeições na escola são a única alimentação que eles têm”, observa.

Marcos disse ainda que o pastor Elias Caetano, presidente da MME, separou essa aldeia para o Projeto Umodzi porque, em Hatone, “o índice de orfandade é muito grande”.

Os alunos da Umodzi School levam “muito a sério o ensino, tanto intelectual quanto da Palavra de Deus”, relatou Marcos. Com o aumento do número de estudantes atendidos pelo projeto, ele também falou sobre a necessidade de ampliar a estrutura.

O plano é construir mais duas salas de alvenaria e aumentar o número de carteiras para comportar os novos alunos. A sala construídas de barro e palha serão transformadas em refeitório. “Vemos claramente que está muito diferente da primeira vez”, celebra Marcos.

Para doações e mais informações sobre o projeto Umodzi, entre em contato com o coordenador Marcos Corrêa:

WhatsApp: +55 11 96170-9559
E-mail: projetoumodzi@gmail.com

Fonte: Guia-Me

Igreja Universal briga na Justiça para tomar Instagram do bispo Formigoni

Igreja Universal briga na Justiça para tomar Instagram do bispo Formigoni

A Igreja Universal do Reino de Deus está processando Rogério Formigoni, conhecido como “bispo do Balanço Geral”. O motivo: a instituição religiosa quer para ela a conta pessoal do ex-bispo no Instagram.

Formigoni deixou a Universal por não concordar com o castigo que recebeu após ter admitido que trocou mensagens elogiosas com uma fiel casada.

O escândalo estourou no início de setembro, mas foi relativamente abafado até a semana passada, quando a Universal veio a público, em nota oficial, dizer que Formigoni não era mais biso porque teria cometido adultério.

A igreja entrou na Justiça em 24 de setembro, logo após Formigoni se recusar a mudar de país e perder o título de bispo. Na ação, a IURD alegou que criou o perfil de Formigoni para ele utilizá-lo enquanto bispo da congregação. Como ele deixou seus “quadros”, a igreja se sentiu no direito de exigir a posse do perfil e de reclamar que Formigoni havia trocado a senha para impedir o acesso de seus membros.

O juiz Antonio Carlos de Figueiredo Negreiros, da 7ª Vara Cível de São Paulo, negou parcialmente o pedido. Ele deu 48 horas para que Formigoni retirasse da conta todos os posts “de natureza institucional da Igreja Universal e respectivos programas assistenciais ou que reproduzam o nome ou a marca da autora”. Mas manteve a posse da conta com o ex-bispo.

Em 4 de outubro, atendendo a recurso da igreja, o juiz emitiu nova decisão, já que havia “fortes evidências de que o réu tomou conhecimento do teor da tutela de urgência concedida” e seguia afirmando na rede social que “continua na IURD”. Dessa vez, determinou ao Facebook, dono do Instagram, a remoção de todos os posts com alusão à Universal.

A ordem fui cumprida, e até posts que só se referiam exclusivamente ao trabalho de Formigoni com dependentes químicos foram eliminados. Ele continuará dono de sua conta até que a Justiça decida o contrário, mas já não se apresenta mais como religioso. Em sua bio virtual, agora ele é o “autor dos livros A Última Pedra e A Mente de Um Viciado”.

Procurado pelo Notícias da TV, Formigoni disse que não pode dar entrevistas no momento por questões jurídicas. Pessoas próximas a ele não têm dúvidas de que o religioso está sendo perseguido por Renato Cardoso, genro de Edir Macedo. Formigoni seria uma ameaça à liderança de Cardoso, atual número um da igreja, que teria usado a suspeita de adultério para arruiná-lo.

A obsessão da IURD para tomar sua conta no Instagram (e provavelmente apagá-la, como fez com a do Facebook) teria uma motivação estratégica: com 736 mil seguidores, o ex-bispo tem na rede social uma poderosa vitrine, que pode ajudá-lo a se reabilitar quando fundar uma nova congregação.

Formigoni segue ativo no Instagram, postando orações e fotos com a mulher. No último final de semana, ele republicou um vídeo de Edir Macedo que foi visto como uma provocação. Nele, o fundador da Universal fala sobre Caim e Abel (confira no final deste texto). Formigoni deu a entender que o que move tudo isso seria a inveja, já que é mais popular e lotava mais cultos que Cardoso.

‘Perfil é da igreja’, diz Universal

A Universal, por meio de nota ao Notícias da TV, negou haver perseguição e explicou por que reivindica a conta do ex-bispo no Instagram. Confira a nota na íntegra:

“A Igreja Universal do Reino de Deus reivindica a propriedade do perfil no Poder Judiciário porque, efetivamente, a instituição é a dona dele, tendo criado, alimentado e produzido o conteúdo do perfil por intermédio de ferramentas disponibilizadas pelo Facebook, conforme comprovado no processo.”

“Como relatou a Universal na ação judicial, ‘contas são criadas em nome dos ministros religiosos, nas redes sociais, para propagar a liturgia, o que acarreta, consequentemente, visibilidade e milhares de seguidores a estes, em decorrência de sua atividade ministerial desenvolvida nos templos’.”

“Contudo, Rogério Formigoni continuava utilizando no perfil do Instagram, por exemplo, o nome do programa social ‘Vício tem Cura’ –iniciativa que a Universal mantém há mais de 20 anos e que, apenas em 2018, beneficiou 2.950.829 pessoas entre viciados e codependentes.”

“Essa atitude estava induzindo a erro milhões de fiéis da Universal, que supunham que Formigoni ainda seria um oficial da Igreja.”

“A liminar da Justiça da São Paulo determinou que o Facebook –proprietário do Instagram– remova todos os links da Universal que Formigoni ainda mantinha no perfil criado pela Igreja, até que o Judiciário decida se a conta deve ser devolvida à instituição religiosa.”

“Sobre a suposta ‘perseguição’ e o afastamento ‘porque ele seria uma ameaça ao comando da congregação’, na verdade, conforme já foi tornado público, Formigoni se desligou da Universal por vontade própria, após a confissão de uma conduta inapropriada, totalmente contrária às normas pastorais da Igreja, e rejeitar a disciplina necessária, para que seu ato fosse redimido.”

Fonte: Notícias da TV

Rogério Formigoni não é mais bispo da Igreja Universal

Rogério Formigoni não é mais bispo da Igreja Universal

O bispo Rogerio Formigoni, considerado o braço direito de Edir Macedo, não faz mais parte da Igreja Universal do Reino de Deus.

Em setembro o próprio Formigoni admitiu que teria trocado mensagens de celular com uma mulher casada.

Segundo informações da própria igreja, ao confessar o que tinha feito, “a igreja lhe ofereceu uma oportunidade de recomeço”. Formigoni “foi removido do cargo de liderança, a fim de dar uma oportunidade ao casal de cuidar da família, bem como da reparação do ministério”, disse a Igreja em setembro.

Em nota. publicada no dia 30 de outubro de 2019, a Universal diz que o próprio Formingoni, “não aceitando a disciplina nem um recomeço”, decidiu desligar-se da igreja.

A nota diz ainda que “tendo manchado seu ministério, segundo as normas de conduta pastoral da Universal, Rogério não poderia mais permanecer na posição de bispo.”

“Nossas orações são para que ele, sua esposa e a outra família envolvida se reestabeleçam no casamento e na fé”, conclui a nota ad Universal.

Leia abaixo a íntegra da nota da Igreja Universal:

Para dar fim a especulações e fake news, a Igreja Universal do Reino de Deus vem a público para esclarecer o que de fato ocorreu na questão do ex-bispo Rogério Formigoni. No início de setembro último, Formigoni procurou a direção da Universal para expor sua conduta inapropriada, que desrespeitava frontalmente o tipo de comportamento que é exigido de todos os bispos e pastores.

Tendo manchado seu ministério, segundo as normas de conduta pastoral da Universal, Rogério não poderia mais permanecer na posição de bispo. Mesmo assim, considerando sua confissão e acreditando em seu arrependimento e na possibilidade de restauração, a igreja lhe ofereceu uma oportunidade de recomeço. Porém, não aceitando a disciplina nem um recomeço, Formigoni preferiu, por decisão própria, desligar-se do ministério.

Nossas orações são para que ele, sua esposa e a outra família envolvida se reestabeleçam no casamento e na fé.

Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra. (João 8:7)

Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia. (1 Coríntios 10:12)

Fonte: Site da Igreja Universal

Teólogo fala sobre a conversão de celebridades: “Ninguém está fora do alcance do Evangelho”

Teólogo fala sobre a conversão de celebridades: "Ninguém está fora do alcance do Evangelho"

“Depois de tudo o que esse cara fez, vou acreditar que ele agora é cristão?”. Essa é a pergunta que muitos fazem diante das notícias sobre a conversão de celebridades. Afinal, qual é a maneira correta de enxergar os famosos convertidos?

John Stonestreet, autor e palestrante de teologia, falou sobre o assunto no site BreakPoint, usando como exemplo a conversão do rapper Kanye West.

“Das muitas conversões de celebridades que vimos ao longo dos anos, essa parece diferente para mim. Talvez porque hoje seja difícil identificar uma celebridade mais notória do que Kanye West. Ou talvez porque parte de sua notoriedade se deva a uma série de acrobacias publicitárias. É realmente difícil acreditar que é só mais um?”, questiona.

Em um momento em que a Igreja de Cristo está preocupada com sua reputação, Stonestreet destaca três pontos importantes a serem observados:

“Primeiro, devemos ter esperança. Ninguém está fora do alcance do Evangelho”, destacou. “E eis por que temos essa esperança: a manchete da conversão do Kanye e de qualquer notícia de conversão não é o convertido, mas o conversor. Não é Kanye, mas sim Cristo! No fim das contas, acredito que Cristo pode salvar Kanye pela mesma razão que Ele pode me salvar”.

Em segundo, Stonestreet enfatiza o poder da mensagem do Evangelho. “Como escreveu Paulo, mesmo que seja por alguém de quem somos céticos, Cristo ainda está sendo proclamado. E, neste caso, está sendo proclamado na cultura de uma maneira que não vimos ainda. A mensagem de Cristo carrega sua própria força inerente e não depende (graças a Deus) da força ou estabilidade do mensageiro”, disse ele.

“Terceiro, devemos ser sábios”, o autor acrescenta. “Há duas maneiras pelas quais os cristãos estabelecem o fracasso na conversão de celebridades. Primeiro, é esperar demais em pouco tempo. Consigo lembrar de mais de um atleta ou músico que, veio a Cristo em uma semana, e foi convidado a pregar na outra semana”.

Stonestreet observa que, a geração de músicos e líderes evangélicos que buscam a fama acima do discipulado, “infectou a igreja de muitas maneiras”. Por outro lado, ele considera um erro quando os cristãos olham para as celebridades recém-convertidas e dizem: “Se eles conseguirem, nós os aceitaremos na igreja”.

“O problema disso, é claro, é que nenhum cristão pode sobreviver por muito tempo sem a igreja. Nós precisamos da igreja. Kanye precisa da igreja para que sua fé se enraíze e continue a mudar sua vida”, disse ele.

Fonte: Guia-Me

Capelão conta como uma Bíblia ilegal o tirou do comunismo: "Eu a lia escondido"

Capelão conta como uma Bíblia ilegal o tirou do comunismo: "Eu a lia escondido"

O capelão da marinha australiana, Miroslav Velebir, nasceu e foi criado na Tchecolosváquia, antigo país comunista (desde 1993 houve a separação, transformando-se em República Checa e a Eslováquia).

Em seu país natal não havia uma tradução integral da Bíblia disponível em eslovaco, sua língua materna.

Os cristãos eslovacos tiveram algumas traduções feitas anteriormente, mas a maioria deles estava significativamente ausente, linguística ou teologicamente. No entanto, Miroslav diz que todos eles sabiam que um grupo de estudiosos estava trabalhando em uma nova tradução em sua língua e aguardavam ansiosamente sua chegada.

Até chegar esse dia, Miroslav, então adolescente, simplesmente se contentava com uma pequena cópia ilegal do Novo Testamento que ele lia secretamente debaixo da mesa na escola primária.

E foi esse o caminho que tirou Miroslav do comunismo e o levou para o ministério pastoral e da capelania.


Dificuldades no comunismo

Sob o regime comunista, a Igreja Evangélica da Confissão de Augsburgo na Eslováquia só era oficialmente autorizada a publicar duas publicações cristãs por ano.

Até esses dois textos escolhidos foram cuidadosamente verificados quanto a mensagens subliminares e censurados pelo Ministério da Cultura e pela polícia secreta do governo.

Consequentemente, a maior parte de sua literatura cristã - como o pequeno Novo Testamento de Miroslav - foi impressa no exterior e contrabandeada para o país.

Eles foram impressos sem o reconhecimento da editora e, geralmente, com apenas um título e autor exibidos - e nada mais. Se o autor era checoslovaco, também não havia nenhum autor impresso.

"Era mais seguro assim", explica Miroslav.

Alguns anos depois, ele encontrou seu Novo Testamento ilegal bem encaixado no bolso de seu uniforme do exército enquanto servia seu serviço militar obrigatório.

“Eu li em todos os lugares possíveis e impossíveis, como ficar diariamente em filas para almoços e jantares; em exercícios secretos do exército na fronteira alemã com os generais russos à vista; me escondendo atrás da chaminé no telhado do quartel do exército, enquanto eu me escondia dos meus deveres para passar dez minutos orando com meu colega soldado cristão”, lembra Miroslav.

Ele achou a Bíblia um começo de conversa perfeito com outras pessoas que lhe perguntaram o que ele estava lendo.

“Eu até li para o oficial que era o segundo no comando de todo o quartel, que me chamou para ajudá-lo a digitar alguns documentos secretos. Depois que eu fiz o trabalho, ele continuou fazendo muitas perguntas sobre minha fé e por uma hora e meia ele ouviu atentamente”, conta.

“Ele nunca tinha ouvido o Evangelho antes. Eu aproveitei qualquer oportunidade para compartilhar seu conteúdo com curiosos”, diz Miroslav. "Esse pequeno Novo Testamento tem ajudado muitos em seus anos.”

Novo Testamento confiscado

Miroslav quase perdeu o livro precioso quando foi confiscado, depois que seus livros foram publicados. No entanto, ele foi devolvido depois que a mãe de Miroslav escreveu às autoridades e as convenceu com sucesso de que estava controlando o comportamento da parte do estado para que fosse adotado.

O estado estava sempre querendo evitar a acusação de estar controlando, diz Miroslav. Ele era "repressivo, mas não controlador", esclarece.

No entanto, mesmo com seu fiel Novo Testamento, Miroslav estava sempre esperando o dia em que receberia uma tradução de toda a Bíblia em sua língua materna.

“Demorou um pouco para chegar até nós”, lembra ele. “Ela foi impressa pela Sociedade Bíblica na Coreia do Sul e levada à nossa fronteira, mas o governo comunista não estava tão interessado em deixá-la entrar em nosso país”.

Miroslav conta que “caminhões com 30.000 Bíblias - de memória, esse foi o número impresso no início - foram mantidos por várias semanas na fronteira alemã com a Tchecoslováquia”.

“Somente após inúmeras intervenções e pressão de nossos amigos e cristãos do exterior, os caminhões foram deixados entrar. Eu consegui minha primeira Bíblia em 1979, aos 17 anos", lembra.

Estudos bíblicos

Uma vez em seu poder, Miroslav diz que embarcou em uma vida de estudos bíblicos vorazes, lendo sua Bíblia de capa a capa.

Depois da escola primária, Miroslav começou estudos teológicos, embora isso não fosse algo simples. O diretor da escola, que normalmente assinaria a inscrição de um aluno para estudos superiores, rasgou sua inscrição. Mas Miroslav perseverou, entrando em contato com a faculdade e recebeu uma solicitação como cidadão particular.

“Mesmo antes de ser aceito no seminário teológico, onde começava a aprender as línguas bíblicas originais, li toda a Bíblia três vezes e meu Novo Testamento cinco vezes”, diz.

Desde então, Miroslav teve que mudar a capa de sua Bíblia algumas vezes e recuperá-la, porque começou a desmoronar. “Ainda é minha Bíblia favorita, pois me lembra aqueles momentos maravilhosos em que estávamos sob a propaganda e perseguição comunistas. Foram tempos de crescimento real, dificuldades e muita alegria por serem considerados, pelo menos moderadamente, um pouco sofridos por nosso Senhor Jesus”, conta.

Miroslav diz que “não tínhamos isso [como algo] tão mal e sempre estávamos atentos a milhões de pessoas que pagam um preço - mesmo o sacrifício final da morte - em muitos lugares do mundo.”

Jan (John) Velebir, pai de Miroslav, está aposentado e tem 87 anos. Ele compartilha a paixão de Miroslav pela Bíblia e a leu de capa a capa 53 vezes.

Jan era um pastor luterano sob o regime comunista. Como todos os pastores, ele era um funcionário do estado no Ministério da Cultura para que o estado pudesse controlar - "reprimir" - suas atividades. Como impedimento, os pastores foram mal pagos (cerca de metade do salário mínimo).

Ministério

Miroslav tornou-se pastor em 1986 e trabalhou em seu país natal até 1991, quando sua primeira esposa faleceu e ele se mudou para Melbourne, na Austrália.

Em 2006, ele foi para a cidade australiana de Perth, onde começou a falar inglês e passou 11 anos pastoreando uma igreja lá. Ele se casou novamente e tem sete filhos e oito netos.

Viver na Austrália após sua infância comunista apenas fortaleceu a paixão de Miroslav pela Bíblia.

“Depois de migrar para a Austrália, percebi que a escravidão do consumismo e a prosperidade oferecidas pelo estilo de vida ocidental significam que muitas pessoas nunca conseguem realmente entender o verdadeiro preço de ser um discípulo de Jesus”, diz Miroslav.

“É muito mais difícil ser cristão quando a vida é tão fácil e confortável. Como as pessoas aqui podem entender: 'Quem perde a vida por mim e pelo Evangelho'?”, questiona. "Minha Bíblia me lembra disso o tempo todo."

Em 2017, Miroslav juntou-se às forças de defesa australianas como capelão da Marinha porque, em suas próprias palavras, "ele estava quase pronto para a aposentadoria".

Mas conversar com o homem de 58 anos deixa claro que a capelania não o impediu de fazer o que mais ama: compartilhar a Bíblia com outras pessoas.

"Passo 95% do meu tempo lidando com não-cristãos", ele diz. "Eu dei 40 a 50 Bíblias."

“Encontrei recentemente um não-cristão cujo avô estava doente e tivemos uma conversa sobre a vida e a morte. Quarenta minutos depois, ele deu sua vida ao Senhor”, ele diz, encolhendo os ombros e erguendo as mãos para cima.

Sua mensagem é clara como um sino. Miroslav obviamente acha que tem o melhor emprego do mundo. "Quem não gostaria desse emprego?", ele pergunta com o gesto.

Fonte: Guia-Me
Pastora Paula White se torna conselheira espiritual da Casa Branca para reaproximar Trump dos evangélicos

Em agosto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levantou os olhos ao céu, abriu os braços no meio dos jardins da Casa Branca e afirmou diante de uma multidão de jornalistas: “Eu sou o escolhido”. Dias depois, esclareceu que o comentário messiânico era uma brincadeira.

A verdade é que o homem que afirma nunca ter pedido perdão a Deus tenta há anos se aproximar do núcleo duro da religião evangélica para manter as bases mais conservadoras em sua tentativa de ser reeleito em 2020.

Para ajudá-lo nessa tarefa, está sendo acompanhado de perto por Paula White, uma velha amiga e guia espiritual. Desde que o republicano assumiu a presidência, a pregadora que defende a “teologia da prosperidade”–que equipara finanças e bem-estar à vontade de Deus– está ao seu lado. Mas agora estará ainda mais.

Na semana passada, White foi oficialmente nomeada conselheira da Iniciativa Fé e Oportunidade, cujo objetivo é servir como alto-falante para os grupos religiosos em programas governamentais dedicados a questões como a defesa da liberdade religiosa e a luta contra a pobreza.

Antes de ocupar um lugar formal na Administração, White já havia apadrinhado reuniões entre pastores conservadores e responsáveis da Casa Branca, garantindo que Washington levasse em conta as bases mais conservadoras.

A pastora da Flórida, de 53 anos, casada três vezes e que vive em uma grande mansão –compartilha com Trump estas duas últimas características–, iniciou sua carreira na televisão em 2001. Um ano depois, ao terminar seu sermão no programa Paula White Today, recebeu um telefonema. Era o magnata imobiliário Donald Trump, que a parabenizou e, como confessou White, recitou três de seus sermões quase à perfeição. Coincidentemente, White estava em Nova York e Trump a convidou para conhecer sua família. Ambos mantiveram contato e se viram novamente no final da primeira temporada do reality show de Trump, The Apprentice. White orou com a equipe do programa antes da gravação.

A amizade entre as duas estrelas de reality show cresceu ao ponto de a pastora comprar um apartamento no edifício 502 da Park Avenue, de propriedade do magnata, que repete continuamente que seu livro favorito é a Bíblia e que “ninguém a lê tanto” quanto ele (no entanto, é incapaz de mencionar um versículo quando perguntado sobre qual mais gosta).

No dia em que o presidente prestou juramento, em janeiro de 2017, o fez sobre duas Bíblias: uma própria e outra usada por Abraham Lincoln em 1861. Ao lado dele estava o ultraconservador Mike Pence, que assumiu como vice-presidente. Naquele dia, Paula White se tornou a primeira religiosa a oficiar a oração durante a cerimônia. Depois de sua aparição pública ao lado dos políticos, seu apoio nas redes caiu consideravelmente. “Vi como meus seguidores no Twitter caíam em 10.000, 20.000, 30.000…”, reconheceu ela ao The Washington Times. Agora tem 700.000 nessa rede social e três milhões no Facebook.

Em junho, em Orlando (Flórida), a assessora espiritual mudou o tom usado na posse do presidente para adotar um mais alarmista em um comício do republicano. “Que cada rede demoníaca que se alinhou contra o chamamento do presidente Trump seja destruída em nome de Jesus”, exclamou diante da multidão. “Declaro que o presidente Trump superará todas as estratégias do inferno e todas as estratégias do inimigo”, acrescentou na ocasião. Alguns cristãos consideram suas ideias heréticas e não faltam aqueles que a chamam de figura populista e até divisionista nessa fé.

White, como Trump, nem sempre foi religiosa. Em seu livro de memórias, Something Greater, publicado em outubro, narra a “visita divina” que Jesus lhe fez em 1986, quando estava com a filha recém-nascida. Na visão, ela aparecia pregando em todos os continentes. A imagem foi um impulso para se dedicar completamente à religião. Desde então construiu um império, com programas de televisão, rádio, livros, turnês pelo país e, desde 2014, como pastora principal de uma igreja evangélica na Flórida.

Isso até que Jesus voltou a falar com ela. Em maio, durante o sermão dominical, disse que o Senhor lhe havia dito que não podia “perder este momento” para fazer coisas maiores. Então ela abandonou seu posto de pastora na New Destiny Christian Center, em Apopka, para abrir uma universidade e construir 3.000 novas igrejas. Mas os ambiciosos planos de White foram interrompidos por um de seus seguidores: Trump. O presidente norte-americano, que tenta garantir que os evangélicos permaneçam em suas fileiras, a chamou para fazer isso na Casa Branca. White ainda não fez um comentário a esse respeito. Suas redes estão focalizadas neste momento em promover seu novo livro antes que o próprio Trump.

Histórico

Sob governo do presidente George W. Bush, a ideia de um escritório baseado na fé foi formada e levantou questões sobre o relacionamento entre Igreja e Estado. Em 2009, Obama estabeleceu um Conselho Consultivo sobre Parcerias Baseadas na Fé e na Vizinhança, que incluía 60 representantes de várias religiões, incluindo evangélicos, católicos, budistas, mórmons, judeus e muçulmanos.

No ano passado, Trump anunciou sua versão do escritório religioso da Casa Branca, chamado Iniciativa de Fé e Oportunidade da Casa Branca. Em vez de convidar líderes religiosos para a Casa Branca por meio de um conselho estabelecido, o escritório de ligação de Trump estendeu convites para selecionar líderes.

Fonte: El Pais e Guia-me

Polícia prende pastores suspeitos de abuso sexual de crianças, em BH

Polícia prende pastores suspeitos abuso sexual de crianças, em BH

Dois pastores de igrejas evangélicas foram presos suspeitos de abuso sexual contra menores em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

As investigações da Polícia Civil concluíram, nesta terça-feira (29), que os homens se utilizavam da liderança espiritual e da vulnerabilidade das vítimas para cometer os crimes.

As prisões preventivas foram feitas durante a 2ª fase da ação batizada de “Inocência” e entre as vítimas estão duas crianças menores de 14 anos. Na primeira fase, três pessoas foram presas na mesma cidade da Grande BH, na ação que combate crimes sexuais cometidos contra crianças e adolescentes.

Os dois suspeitos tiveram suas prisões decretadas preventivamente na última semana. O primeiro suspeito, de 57 anos, foi preso no dia 21 de outubro em Ibirité. Já o segundo homem, de 47, foi preso no dia 22, em Contagem, também na RMBH.

Segundo a polícia, um dos suspeitos foi detido em casa, onde funciona uma igreja. Ele teria abusado de uma menina de 12 anos e da mãe dela.

“Ele iniciou com uma oração e passou a sussurrar e falar palavras elogiando a criança e a partir do momento em que ele passou a tocar suas partes íntimas, ele perguntava se ela estava gostando, se ela estava sentindo calor. Que os homens iam querer fazer aquilo que ele estava fazendo”, detalhou o delegado Wellington Faria.

Ainda segundo o delegado, a mulher do pastor sabia dos crimes e em alguns casos chegou a ajudá-lo.

“Nós entendemos que a participação dela se deu de forma ativa, tendo em vista que ela funcionava despistando as demais pessoas. No dia da visita à família da adolescente, ela ficou incumbida de despistar os pais da criança. Ela simulou estar se sentindo mal, indo diversas vezes ao banheiro e com isso atraiu a atenção dos pais, o que propiciou que o pastor ficasse a sós com a menina”, disse faria.

Em outro caso, a vítima de outro líder espiritual foi a própria enteada de 13 anos. As investigações apontaram que a menina foi abusada por mais de um ano sob a ameaça de que seria separada da mãe se contasse alguma coisa.

De acordo com Faria, um exame constatou os estupros. “Aos 15 anos ela começou a se automutilar e o problema foi detectado pela psicóloga da escola e chegou ao conhecimento da PC”.

A Polícia Civil informou ainda que mais denúncias contra outros suspeitos estão em fase final de apuração.

Fonte: Hoje em Dia

Após acidente, pastor ouve Deus lhe mandando pular do carro em chamas: “Um milagre”

Após acidente, pastor ouve Deus lhe mandando pular do carro em chamas: "Um milagre"

O testemunho do pastor Edivaldo Júnior mostra o quanto o amor de Deus se faz presente, trazendo providência em situações de completo sofrimento, como em um acidente de carro. Foi por ter conseguido ouvir a voz do Senhor que o líder religioso disse ter conseguido pular do seu veículo em chamas, segundo antes de explodir.

O pastor Edivaldo lidera uma igreja batista na cidade de Conceição do Tocantins, e no último dia 16 acabou sofrendo um acidente com o seu Fiat Uno por volta das 13h40, na rodovia TO-050, ao fazer uma curva a 50 km da cidade de Arraias.

“Meu filho nasceu um dia antes do previsto. Passamos uma noite agitada e no dia seguinte resolvi ir para minha casa em Conceição ficar com meus outros dois filhos”, disse o pastor, lembrando que estava exausto devido à correria do dia.

“Estava muito cansado, não sei o que aconteceu exatamente, acho que apaguei, bati numa contenção de ferro. Quando despertei, o carro estava em chamas pelo lado de fora, tomado pelo fogo, principalmente o motor e as portas travadas devido ao impacto”, contou.

Ainda atordoado, Edivaldo disse que o Senhor lhe chamou atenção no momento exato para salvar a sua vida. “O milagre de Deus veio quando de repente o vidro desceu e escutei uma voz dizendo para eu pular. Foi a voz do Espírito Santo”, disse ele. Segundos depois o carro explodiu, segundo informações da AF Notícias.

“O carro já estava tomado pelo fogo. Tive que pular pela janela e queimei o braço. Quando rolei no chão, as chamas me queimaram. Deus me livrou da morte. Louvo a Deus pelo seu cuidado e por minha família não estar comigo. Perdi carro, notebook, carteira, celular, mas ganhei a oportunidade de permanecer vivo”, acrescentou o pastor.

O pastor Edivaldo foi socorrido ainda na pista por um morador local e um motorista que parou para lhe ajudar. Ele foi levado para o Hospital Regional de Arraias, de onde recebeu alta e foi para sua casa, mas precisou retornar em seguida devido a uma inflamação no braço que sofreu queimadura de 2° grau.

“Ele precisará ser avaliado por um cirurgião plástico e talvez transferido para o HGP. Até agora não tem previsão de alta, ele tem reclamado de muitas dores. Peço que todos orem pela vida e recuperação do meu marido”, disse Lilian Pereira, esposa do pastor.

Fonte: Gospel+

Pastor acusado de estupro tira a própria vida e deixa congregação desnorteada

Pastor acusado de estupro tira a própria vida e deixa congregação desnorteada

Uma igreja da Flórida está completamente desnorteada com a morte por suicídio de seu ex-pastor principal, reverendo Bryan Fulwider, que estava enfrentando acusações de estupro contra uma adolescente enquanto era pastor dela. O caso teria se repetido diversas vezes.

Ele se matou em casa no último domingo, 27 de outubro. “Nossa família da igreja está em choque e estamos tentando absorver o impacto de todos os eventos que ocorreram nas últimas semanas. Por enquanto, tudo o que podemos fazer é orar pela família de Bryan e pela vítima e, em algum momento, encontrar um caminho para a cura”, disse Shawn Garvey, ministro sênior da Primeira Igreja Congregacional de Winter Park.

Segundo informações do portal The Christian Post, equipes de emergência foram chamadas para a casa do pastor por volta das 23h50 do domingo, onde foi declarado morto. A porta-voz da Polícia da cidade de Altamonte Springs afirmou que a autópsia considerou o caso um suicídio.

Bryan Fulwider tinha 59 anos e era cofundador de um programa de rádio semanal chamado “Amigos Conversando com os Três Sábios”. Ele foi preso no início deste mês por 30 acusações de estupro contra uma pessoa com menos de 18 anos, entre 2005 e 2010, de acordo com o mandado de prisão emitido pelo Departamento de Polícia de Winter Park.

No dia 17 de outubro, ele conseguiu a liberdade temporária por meio do pagamento de fiança. A acusação contra o pastor apontava que ele havia praticado estupro contra a adolescente mais de 100 vezes a partir dos 14 anos, e teria se aproximado dela quando tinha apenas 13 anos, com a intenção de prepará-la para o relacionamento abusivo.

A adolescente frequentava a Primeira Igreja Congregacional de Winter Park, que é uma congregação progressista, desde a infância.

“Quando você atravessa as portas da Primeira Igreja Congregacional, encontra uma comunidade de pessoas que recebe calorosamente e genuinamente todos, independentemente da tradição religiosa, orientação sexual, situação conjugal, situação financeira ou social. Esta é uma igreja que recebe abundantemente todos em volta da mesa. A Primeira Igreja Congregacional é um lar para todos que buscam explorar e alimentar seu espírito através de quem eles são e do que fazem… juntos”, diz um texto de apresentação no site da igreja.

Os promotores do caso disseram que o processo por estupro contra o pastor Bryan era “extremamente forte” em termos de evidências, devido a uma ligação gravada de quase uma hora entre ele e sua acusadora, na qual ele admitia que ela era uma vítima e ele um predador aos “olhos do lei”.

No entanto, o pastor parecia tentar justificar suas ações, sugerindo que a acusadora era “muito maduro para o seu próprio bem” na época dos fatos. “Aqui nunca houve nada de mesquinho ou ruim sobre isso e você sempre foi madura demais para o seu próprio bem e eu sempre te amei”, diz um trecho do inquérito que reproduz a conversa. “Não era como se eu estivesse caçando pessoas. Foi uma conexão”, teria acrescentado o pastor.

Em um comunicado emitido na segunda-feira, a acusadora de Bryan Fulwider disse que ela não ficou chocada com o suicídio dele: “O dia de Fulwider no tribunal nunca chegará porque ele sabia todas as verdades que eu poderia contar”, escreveu ela.

“Minha história não termina com a covardia; Trabalharei nos próximos meses para obter justiça para mim e quaisquer outras vítimas afetadas pelo abuso de Fulwider. Estou pensando nas outras vítimas de Fulwider e espero que estejam bem esta noite”, acrescentou.

O pastor não havia sido acusado pela polícia de abusar de mais ninguém no momento de sua morte, mas detetives que investigavam se poderia haver vítimas adicionais e pediram a qualquer pessoa com informações sobre o caso ou que pudesse ter sido vítima de Fulwider que entrasse em contato.

O advogado do pastor acusado, Jacob V. Stuart Jr., observou anteriormente que seu cliente negava “veementemente todas as alegações que foram feitas contra ele”. Caso fosse julgado e condenado, ele poderia ter enfrentado prisão perpétua.

Fonte: Gospel+

Philippe Coutinho é batizado em sua casa, na Alemanha

Philippe Coutinho é batizado em sua casa, na Alemanha

Na última quinta-feira (31), Philippe Coutinho foi batizado em sua própria casa, em Munique (Alemanha). Além do atleta, sua esposa, Aine Coutinho, e uma funcionária da casa também foram batizadas.

O batismo foi realizado pelo pastor Tiago Brunet, que apsar de morar em Miami, foi até a Alemanha, apenas para visitar e batizar o jogador de futebol.

"Muito Obrigado Pastor @tiagobrunet e @jeaninebrunet. Foram dois dias mais que especiais que ficaram marcados nas nossas vidas. Vamos viver um novo tempo. #DEUSACIMADETUDO #influenciandovidas", publicou o jogador em seu perfil oficial do Instagram.

A esposa do jogador também expressou sua gratidão em ter vivido o momento marcante e decisivo.

"Foi benção! Esses 2 dias foram bençãos na nossa vida!! Muito obrigada pelas palavras e ensinamentos.. vai ficar pra sempre nos nossos corações!", escreveu ela.

O pastor Tiago Brunet escreveu um breve texto, comentando o tempo que ele e sua esposa, Jeanine Brunet, passaram com Philippe e Aine.

"Nos últimos anos tenho investido tempo, sabedoria e conselhos na vida de estratégicos. Vamos mudar o mundo e é pra melhor. Jesus começou o projeto e confia em nós para continuar. Esses dias aqui na Alemanha foram incríveis. DEEM AS BOAS VINDAS aos nossos novos irmãos e amigos @phil.coutinho e @ainee.c . Deus na frente! Vamos pra cima @philcoutinho", diz um trecho do breve texto publicado pelo pastor no Instagram.

Atualmente, Philippe é um dos craques do Bayern de Munique e está convocado para a Seleção Brasileira.

Fonte: Guia-Me

Igrejas devem pregar o Evangelho, mesmo que isso esvazie os templos, encoraja pastor

Igrejas devem pregar o Evangelho, mesmo que isso esvazie os templos, encoraja pastor

O pregador e escritor Francis Chan implorou que as igrejas se prontifiquem a anunciar o Evangelho sem maquia-lo, declarando que “Jesus não teve problemas em perder a multidão”.

Durante um sermão no evento Q Commons, na última quinta-feira, 24 de outubro – que foi transmitido para vários locais nos Estados Unidos e também para outros países – Francis Chan pregou com base em II Coríntios 4: 2-4.

“Recusamo-nos a praticar astúcia ou adulterar a palavra de Deus, mas pela declaração aberta da verdade nos recomporíamos à consciência de todos à vista de Deus. E mesmo que nosso Evangelho seja velado, é velado para aqueles que estão perecendo. No caso deles, o deus deste mundo cegou as mentes dos incrédulos, para impedi-los de ver a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”, disse o pastor, recitando um trecho da passagem.

Chan admitiu ter lutado para acatar a passagem, observando que a Bíblia chama as igrejas a pregar de forma objetiva. “Nos dias atuais você quer que eu diga diretamente, em vez de matizá-lo com cuidado?”, disse o pastor, reproduzindo o questionamento que fez a Deus.

“Paulo não teve nenhum problema em dizer ‘eu vou explicar tudo, porque se você não entender, é porque o deus deste mundo está cegando sua mente'”, pontuou, para acrescentar, em seguida, que as igrejas precisam fazer um trabalho melhor ao ensinar “o temor de Deus” e que “há um julgamento por vir”, observando que a Bíblia é “muito sobre o julgamento de Deus”.

“Não seria melhor não falar sobre o temor a Deus, não falar sobre Sua santidade, e apenas falar lentamente com eles sobre suas necessidades, suas mágoas, seus sentimentos?”, comentou, reproduzindo o pensamento que muitos líderes adotam, escolhendo deixar essas coisas “sobre julgamento e temor a Deus” para mais tarde.

“Jesus não teve nenhum problema em perder a multidão. Estamos apaixonados por números. Jesus não estava”, exortou, indicando que uma igreja cheia nem sempre é sinônimo de crescimento espiritual.

Chan criticou a ideia de que é melhor diluir a pregação do Evangelho para alcançar um público mais amplo: ”Por que Jesus não fez isso?”, questionou. “Deus quer que Sua igreja seja pura”.

Francis Chan lembrou como quando ele deixou uma igreja grande para iniciar uma congregação menor, observando que, pelos padrões de associação, foi um fracasso, mas, na sua opinião, teve sucesso em outro nível.

“Não funciona, não na América”, explicou. “Sua definição de trabalho é que você tem o mesmo número de pessoas que costumava ter quando fazia o contrário. Não eu não. Eram milhares e agora são centenas, apenas. Mas é mais perto do que vejo, o amor um pelo outro está mais próximo do que vejo descrito na [Bíblia]? As pessoas estão usando seus dons? É cem vezes mais perto do que acredito que Jesus pediu? Absolutamente”.

Os comentários do pastor no evento Q Commons aconteceu no contexto da proposta que os organizadores adotaram: aperfeiçoar o trabalho das igrejas, segundo informações do portal The Christian Post.

Fonte: Gospel+